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Qual A DiferenA De?

Qual a diferença entre Em casa e na casa?

«Estou na/em casa do Pedro» É correcto dizer-se «Estou na casa do Pedro», ou dever-se-á dizer «estou em casa do Pedro»? Diz-se «estou na cantina, no cinema, no trabalho, em casa». Contudo, quando nos referimos à casa de outrem, há contracção da preposição em com o artigo a ? Paula Santos Professora Paris, França 14K Ambas as expressões — «em casa do Pedro» e «na casa do Pedro» — estão correctas.

  1. A contracção entre em e a pode dar-se, ou não, dependendo da intenção da pessoa que fala: « na casa do Pedro» é uma referência mais específica, que realça o facto de ser essa casa e não outra qualquer.
  2. « Em casa do Pedro», sem a preposição a, é uma opção igualmente válida, porventura considerada mais formal, ou seja, preferida em linguagem mais cuidada.

Recomendo, a este propósito, a leitura da resposta anterior Na/em casa, Os conteúdos disponibilizados neste sítio estão licenciados pela Creative Commons.

Qual é a diferença entre EE?

A diferença é que ‘é’ é verbo. Trata-se de uma flexão do verbo ‘ser’ na terceira pessoa do singular do presente do indicativo. Já ‘ e ‘ é uma conjunção. Trata-se de uma conjunção coordenativa aditiva, pois liga orações, estabelecendo um acréscimo de ideias ou informações.

Estou no ou estou ao?

Essa expressão costuma gerar bastante dúvidas, porém a forma correta é ‘Ao telefone’. Sua mãe te chama e você responde: Estou no telefone! Mas não seria: estou ao telefone? O modo ‘no telefone’ é empregado num sentido conotativo de dizer: Fulano está grudado no telefone.

É correto falar chegar em casa?

Por isso, a conjugação correta de ‘chegar’ não permite a preposição ‘em’. Ou seja, na norma culta, não se pode falar ‘cheguei em casa’, mas sim ‘cheguei a casa’!

Quando se deve usar e?

A conjunção e deve ligar orações com sujeitos diferentes ; a falta da vírgula pode conduzir a uma leitura ambígua.

Quando usar e ou e exemplos?

“As conjunções são palavras invariáveis que unem termos de uma oração ou unem orações. As conjunções podem relacionar termos de mesmo valor sintático ou orações sintaticamente equivalentes – as chamadas orações coordenadas – ou podem relacionar uma oração com outra que nela desempenha função sintática – respectivamente, uma oração principal e uma oração subordinada”.

(“Estudo das Conjunções” – Gramática da Língua Portuguesa – Pasquele & Ulisses – Editora Scipione – 1ª edição – 1997 – pág.325). A conjunção “e” serve para unir, por exemplo, dois termos equivalentes. Exemplo: “Nossa realidade social é precária e nefasta”. É, pois, classificada em CONJUNÇÃO ADITIVA (exprime adição, soma).

Por outro lado, a conjunção “ou” é classificada em CONJUNÇÃO ALTERNATIVA (exprime alternância ou exclusão). Assim, a conclusão GRAMATICAL é que não há possibilidade de essas duas conjunções coexistirem. Ou seja, no português, ou é “e”, ou é “ou”. Ou há adição, ou há exclusão.

  1. Juridiquesmente” falando, as conjunções “e” e “ou” são formas de designação de uma situação jurídica de SOLIDARIEDADE ou de SUBSIDIARIEDADE.
  2. Ou o sujeito de direito (ou de obrigação) é SOLIDÁRIO ou SUBSIDIÁRIO.
  3. Não há como ser SOLIDÁRIO e SUBSIDIÁRIO concomitantemente.
  4. Exemplo: O AVALISTA é, por natureza jurídica, um coobrigado SOLIDÁRIO ao devedor a quem ele avalizou.

Já o FIADOR, pela regra, a sua natureza jurídica é de SUBSIDIARIEDADE. No primeiro, AVAL, não há falar em BENEFÍCIO DE ORDEM; na segunda, FIANÇA, a regra é o direito do BENEFÍCIO DE ORDEM (subsidiariedade, complementarmente). Assim, a conclusão JURÍDICA é que não há possibilidade de essas duas conjunções se co-existirem.

  1. Ou seja, no “juridiquês”, ou é “e”, ou é “ou”.
  2. Ou se é NÃO-SOLIDÁRIO (SUBSIDIÁRIO), ou se é SOLIDÁRIO, respectivamente.
  3. Quer mais? Se o artigo 891, do Código Civil reza, verbis : “O título de crédito, incompleto ao tempo da emissão, deve ser preenchido de conformidade com os ajustes realizados”.
  4. Aqui ficou claro que não há impedimento em se preencher um título de crédito, nos campos que ficaram em branco (desde que não haja má-fé).
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Por outro lado, veja o parágrafo único do mesmo artigo: proteção ao terceiro de boa-fé. Ora, se eu, emitente de um cheque, coloco-o nominativo a dois credores meus, pode acontecer a seguinte situação: – eu devo a Júlia de Freitas e a Terezinha de Freitas, uma soma de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), sendo R$ 10.000,00 (dez mil para cada).

  1. Eu encontro com Júlia e digo: “Júlia, você poderia levar um cheque meu, no valor de R$ 20.000,00, como quitação a você (R$ 10.000,00) e à Terezinha (R$ 10.000,00)? – ela (Júlia) concorda.
  2. Se eu coloco o cheque nominativo a somente ela e ela for ao banco e sacar o valor total, a Terezinha poderá alegar que não recebeu os seus R$ 10.000,00 e eu terei pago mal.

Quem paga mal, paga duas vezes. – como recurso jurídico, eu coloco o cheque nominativo às duas, ou seja, JÚLIA DE FREITAS E TEREZINHA DE FREITAS. Com isso, a minha intenção é que as duas sejam NÃO-SOLIDÁRIAS, exatamente para evitar que uma delas se aproprie indebitamente da quantia da outra.

Para receberem o referido cheque, elas terão que assinar em conjunto, não deixando margem para um mau pagamento de minha parte. – Se é possível preencher campos em branco, em um título de crédito e se FOSSE possível a existência da aberração “E/OU”, fatalmente, o “E” sozinho seria frágil e facilmente fraudável.

Por isso, não resta dúvidas de que, sempre que aparecer a dobradinha “E/OU”, prevalece somente o “e”, sob penade NUNCA ser possível a existência do “e”, como forma de se obrigar a NÃO-SOLIDARIEDADE. O “E” seria um instituto jurídico MORTO, INÓCUO. Assim, em qualquer lide, sempre que se aparecer o aberratio “E/OU”, o juiz deverá considerar que é simplesmente um “e”.

Quando colocar o acento no e?

Monossílabos tônicos com acento –

  1. São acentuados graficamente os monossílabos tônicos terminados em: -a, -as, -e, -es, -o, -os, -éu, -éus, -éi, -éis, -ói, -óis.
  2. Terminados em -a, -as : já, há, lá, sã, fã.
  3. Terminados em -e, -es : dê, vê, ré, fé, pé.
  4. Terminados em -o, -os : só, dó, nós, vós, pó.
  5. Terminados em -éu, -éus : céu, véu, léu, réus.
  6. Terminados em -éi, -éis : réis, méis, géis.
  7. Terminados em -ói, -óis : dói, mói, rói, sóis.

É correto dizer entre mim e você?

Vejamos a pergunta que dá título ao texto: Entre eu e você ou entre mim e você? Depois da explicação acima, constatamos que existe uma preposição: entre. Então, o correto é ‘Entre mim e você’, pois após a preposição usa-se pronome pessoal do caso oblíquo.

Está em férias ou está de férias?

Neste caso, ambas as expressões são consideradas como corretas: de férias ou em férias. Entretanto, há um aspecto a que devemos nos atentar: Se a palavra ‘férias’ estiver acompanhada de um adjetivo, recomenda-se que utilizemos a preposição ‘em’.

É correto dizer acabou de começar?

O verbo acabar tem vários significados. Um dos significados é justamente indicar processo recém-concluído. Então é perfeitamente possível dizer que ‘o filme acaba de começar’, ‘o filme acaba de terminar’. Existem proibições que surgem do nada e as pessoas acreditam. –

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Qual A DiferenA De Os mistérios da língua portuguesa. Foto: reprodução

Onde é ou aonde é?

A palavra ‘onde’ é usada para se referir a um lugar, o equivalente a ‘em que’. Já ‘aonde’ é a combinação da preposição ‘a’ com o advérbio ou pronome relativo ‘onde’.

Estou indo a Ou estou indo em?

Transforme a frase Irei à Itália em Irei para a Itália. Nesse caso, utilize a crase, porque há necessidade do artigo ‘a’. Já em Irei a Curitiba, a frase Irei para Curitiba não pede o artigo ‘a’, portanto não há crase.

É correto falar a pronta entrega?

Língua Brasil – Instituto Euclides da Cunha Pergunta nº: 421 29/08/2012 – Juliana Consulta : Gostaria de saber se é ” à pronta entrega” ou “a pronta entrega”? Com ou seu crase? Obrigada! Resposta : Normalmente se escreve sem o artigo (e com hífen): de pronta-entrega, com pronta-entrega, para pronta-entrega e a pronta-entrega (plural: pronta-entregas ou prontas-entregas).

Como usar vírgula e ponto final?

Quanto não usar o ponto final? – Como o ponto final indica necessariamente uma pausa e um encerramento na ideia do enunciado, não se deve usar esse sinal de pontuação em contextos diferentes, que podem indicar uma entonação específica (exclamativa ou interrogativa) ou que não indicam pausa e encerramento de uma ideia.

  • Para esses casos, usamos outros sinais de pontuação, como o ponto de exclamação (!), o ponto de interrogação (?), a vírgula (,), entre outros.
  • Veja nos exemplos a seguir: ” Que notícia maravilhosa ! ” Nesse caso, o ponto final não daria conta de representar a entonação exclamativa, usada para indicar a empolgação expressa no enunciado.

” Que horas são ? ” Aqui, o ponto final não poderia servir para indicar o tom interrogativo, ” Eu fui até lá, mas estava fechado.” Nesse enunciado, temos dois sinais de pontuação. Perceba que o ponto final foi usado apenas ao fim do enunciado, quando a ideia expressa se encerra.

Qual é a função do ponto e vírgula?

Você sabe quando usar ponto e vírgula ou sempre se confunde na hora de escrever? Alguns sinais ortográficos, como o ponto e vírgula, são menos usuais e, justamente por essa razão, acabam provocando incerteza. O ponto e vírgula é um sinal ortográfico composto por um ponto sobre uma vírgula (;) e pode ser utilizado para diversas finalidades em um texto.

Entre as principais funções, estão: listar tópicos, separar ideias e moderar a quantidade de verbos contidos em uma oração a fim de torná-la menos repetitiva. Neste artigo, vamos esclarecer todas as formas de aplicação do ponto e vírgula e acabar de uma vez por todas com as suas dúvidas sobre como usá-lo em seus textos.

Eram essas informações que você buscava? Então, vamos lá! Aqui você vai conferir:

Qual a importância de se usar corretamente os sinais de pontuação? Quando usar ponto e vírgula? Ponto e vírgula e o Acordo Ortográfico Quando usar a vírgula? Como aprender a pontuar corretamente um texto?

Qual a diferença de ponto e vírgula?

Diferenças entre ponto e vírgula e vírgula A vírgula indica uma curta pausa na leitura, já o ponto e vírgula é responsável por uma pausa um pouco mais longa do que a da vírgula : Juan, o filho de dona Maria, é um menino indisciplinado.

Quando tem vírgula depois do e?

LEMBRE-SE: Quando usar VÍRGULA COM A CONJUNÇÃO “E” Usa-se vírgula antes de “e” em períodos nos quais essa conjunção liga orações com sujeitos diferentes. “Uma mão lava a outra, e a corrupção suja as duas.” “A pesquisa confirmou a hipótese aventada pelos alunos, e o professor deu seu aval para a continuidade do trabalho.” Nos dois exemplos acima, temos o uso do “e” como conjunção aditiva.

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Também se usa vírgula quando o “e” equivale a “mas”. No caso, trata-se de uma conjunção adversativa (e não aditiva, como é mais comum no emprego do “e” ). “O soldado estava ferido, e continuou lutando.” (= ” mas continuou lutando”) “O candidato fez inúmeras promessas, e não cumpriu nenhuma.” (= mas não cumpriu nenhuma) Quando, entre dois sujeitos diferentes, vier um termo ou uma expressão intercalada precedendo o “e”, este deve ser antecedido por vírgula.

“A moça, muito alta, e o rapaz, quase um anão, formavam um casal que chamava a atenção.” “O campo, repleto de flores, e o céu, quase plúmbeo, criavam um contraste que dava à paisagem um aspecto de pintura.” “Muito alta” e “repleto de flores”, seguidos de vírgula antecedendo a conjunção “e”, nos exemplos acima, são predicativos que devem ser grafados entre vírgulas.

Também registramos o emprego da vírgula antes do “e” separando orações coordenadas iniciadas pela conjunção no mesmo período. ” E chorava, e tremia, e corria de um lado para o outro, tão transtornada ficou com a notícia.” ” E falava, e ouvia, e escrevia, participando ativamente da reunião.” Vale lembrar que o “e” geralmente não deve ser precedido de vírgula quando conecta duas orações com o mesmo sujeito ou quando conclui uma enumeração, dentro de uma mesma oração.

“Sílvia chegou ao cartório e logo foi atendida.” “Sara tem aptidão para aprender idiomas. Sabe falar espanhol, japonês, russo e alemão.” Aqui cabe ressaltar: 1) A vírgula antes do “e” pode aparecer nos casos em que o sujeito das duas orações é o mesmo.

  • Trata-se de um recurso estilístico de ênfase.
  • Passeamos pouco pela manhã, e ainda menos à tarde, pelo mau tempo que fazia.” “Eles estava tão intransigente, e muito mais ficaria, se o amigo não chegasse para demovê-lo daquela ideia.” 2) Se a conjunção “e” vier repetida numa sequência de enumerações dentro de uma mesma oração, ela deverá ser precedida de vírgula.

“Durante a procissão fomos avistando os peregrinos, e os párocos, e as imagens de santos.” “O desfile coloriu a passarela com pierrôs, e arlequins, e colombinas

Pode ter vírgula depois do e?

Vírgulas e Conjunções – Parte I EMPREGO DE VÍRGULA NAS CONJUNÇÕES – PARTE I Em regra, a vírgula é utilizada antes das conjunções, e não após. Porém, a depender da posição da conjunção em determinado período composto, isto é, aquele formado por duas orações, o emprego da vírgula será obrigatório (quando se estiver diante de uma conjunção inicial) ou facultativo (quando o período tiver uma conjunção intermediária que não altera a ordem lógica).

Algumas conjunções seguem especificidades e, por isso, merecem destaque: 1) A conjunção “POIS”: a) quando dotada de valor explicativo, deve ser sempre precedida de vírgula. Exemplo: “Entre agora, pois a chuva está começando.” b) quando indicar uma ideia conclusiva, deverá ficar entre vírgulas. Exemplo: “Os indícios são muito fortes; deverão, pois, condenar o suspeito.” 2) As conjunções adversativas, que expressam oposição, como “mas” e seus equivalentes (porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto), são obrigatoriamente precedidas de vírgula.

Exemplo: “O dia foi marcado, porém os alunos não poderão vir.” FONTE BIBLIOGRÁFICA: ERSE, Ricardo do Amaral. Português para os concursos de Técnico e Analista.3ª edição. Bahia: Editora Juspodivm, 2014.p.264-266. Elaboração: Divisão de Desenvolvimento de Pessoas/DGP

Como se escreve a palavra em casa?

Em casa advérbio Eu fiquei em casa no sábado porque estava chovendo muito.

Como escreve a palavra em casa?

Ocorre que, em uns veículos de comunicação, escreve-se ‘ Fica em casa ‘; e, em outros, ‘Fique em casa’.

Como se escreve não estou em casa?

Não estou em casa. I’m not home right now. Não estou em casa.