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Qual O Maior óRgãO Do Corpo Humano?

Qual O Maior óRgãO Do Corpo Humano

Qual é o maior órgão do nosso corpo humano?

Pele –

Destaca-se por ser o maior órgão do corpo humano, A pele recobre todo o corpo e é formada por duas porções: a epiderme e a derme, A epiderme é formada por tecido epitelial, enquanto a derme é formada por tecido conjuntivo, Qual O Maior óRgãO Do Corpo Humano A pele é o maior órgão do corpo humano.

Qual é o 2 maior órgão do corpo humano?

Considerado a maior glândula do corpo humano e segundo maior órgão, perdendo apenas para a pele, o fígado exerce diversas funções essenciais para o funcionamento do organismo e merece bastante cuidado. Qual O Maior óRgãO Do Corpo Humano O fígado fica localizado ao lado direito do abdômen, sob o diafragma, é um órgão de, aproximadamente, 1,5 kg nos adultos, possui coloração vermelho-escuro e pode ser dividido em dois lobos, sendo o direito bem maior que o esquerdo. O órgão funciona tanto como glândula exócrina, liberando secreções em uma superfície externa, quanto como glândula endócrina, já que também libera substâncias no sangue e nos vasos linfáticos.

Qual é o menor órgão do corpo humano?

10 recordes sobre o corpo humano Qual é o maior osso do seu esqueleto? E os músculos mais usados? Onde há mais bactérias no seu organismo? Descubra! 1. Dentro do nosso, o campeão em velocidade é o impulso nervoso: ele se move a cerca a até 360 quilômetros por hora.

Em segundo lugar está o, que alcança 150 quilômetros por hora. O sangue fica com a medalha de bronze: ao sair do coração, está a 108 quilômetros por hora! 2. O maior osso do corpo humano é o fêmur, que fica na coxa: ele tem cerca de 50 centímetros em adultos com 1,80 metro. Já o menor osso é o estribo, do ouvido, com cerca de 4 milímetros de comprimento — ele recebe vibrações que são enviadas ao cérebro para identificar os sons.3.

Assim como o maior osso, o maior músculo também fica na região das pernas: é o glúteo máximo, com cerca de 50 centímetros, que nos permite ficar de pé. E o menor músculo fica ao lado do menor osso, no ouvido: chama-se estapédio e tem 10 milímetros,4.

  1. Os músculos responsáveis pelo movimento dos olhos são os mais ativos do corpo humano e podem se mexer até 100 mil vezes por dia — eles seguem em atividade até enquanto você dorme! 5.
  2. Você pensa em coração, cérebro ou estômago quando o assunto é o maior órgão do corpo humano? Passou longe! O recordista é a pele: em um adulto, ela pode ter até 2 metros quadrados de área.6.

Do tamanho de uma ervilha, o menor órgão é a, que tem entre 5 e 8 milímetros. Ela é responsável por liberar o hormônio que nos deixa com sono durante a noite.7. A maior e a menor célula do corpo humano estão associadas ao sistema reprodutor: a maior é o óvulo (célula sexual feminina) e a menor é o espermatozoide (célula sexual masculina) — as duas são microscópicas, ou seja, não podem ser vistas a olho nu.

Um óvulo pode ser até 85 mil vezes maior do que um espermatozoide.8. As células encontradas em maior quantidade são os glóbulos vermelhos, que compõem o sangue e transportam oxigênio e nutrientes pelo corpo: são 5 milhões deles! 9. Toda célula tem um tempo de vida e outra idêntica nasce no lugar: as células do cólon, parte central do intestino grosso, são renovadas a cada 4 dias, enquanto os neurônios são as que vivem por mais tempo: duram uma vida inteira! 10.

Quase todos os tecidos do organismo humano têm, Mas elas não estão nos canais lacrimais e no canal urinário — se houver microrganismos nesses pontos, é sinal de problema. Enquanto isso, a boca concentra a maior quantidade de bactérias: entre mil e 100 mil! : 10 recordes sobre o corpo humano

Qual o último órgão a parar de funcionar?

Qual o último órgão a parar de funcionar? – Sendo assim, mesmo que esteja o coração a bater, o sangue a circular, estará o cidadão morto, uma vez tenha cessado a atividade cerebral ou encefálica. Então, a morte cerebral é a morte verdadeira, por conseguinte o cérebro é o último órgão a parar de funcionar.

Quais órgãos o ser humano pode viver sem?

Apêndice, amígdalas e vesícula: os órgãos sem os quais podemos viver O corpo humano possui 78 órgãos. Embora alguns, como o coração e o cérebro, sejam completamente vitais, existem outros que não são totalmente fundamentais e sem os quais podemos viver sem.

Alguns exemplos são o apêndice, as amígdalas e a vesícula. Confira abaixo a lista de órgão, compilada pelo site especializado IFL Science, sem os quais podemos viver e por que. O apêndice é uma bolsa com formato de tubo que fica localizado na região inferior direita da barriga. Em 2007 cientistas da Universidade Duke, nos EUA, descobriram que a função do apêndice é fabricar e servir como depósito de bactérias que auxiliam na digestão.

Além disso, ele também possui células linfoides, que produzem anticorpos e ajudam nas defesas do organismo. Entretanto, se a inflamação do órgão, conhecida como apendicite é uma emergência médica e demanda sua retirada. A bota notícia é que o apêndice definitivamente se enquadra na categoria de órgãos que podemos perder, então o tratamento usual para a apendicite é simplesmente retirá-lo.

Viih Tube fala nota de Apgar da filha recém-nascida:

As amígdalas estão localizadas na faringe. Elas desempenham um papel no sistema imunológico. Entretanto, em pessoas com amigdalite recorrente, ou seja, quando há inflamação constante do órgão, a decisão médica muitas vezes envolve a remoção das amígdalas.

Em geral, a cirurgia envolve também a remoção das adenoides, uma área relacionada de tecido na parte de trás do nariz que podem causar problemas respiratórios durante o sono. Embora haja uma discussão médica sobre a possibilidade da retirada das amígdalas dificultarem o combate a infecções, geralmente, elas são considerados outro tecido sem o qual podemos viver sem maiores complicações.

É verdade que não podemos viver sem o fígado. Por outro lado, a remoção de parte do órgão é perfeitamente possível sem riscos à saúde. O lobo esquerdo em crianças e o lobo direito em adultos podem ser doados para outras pessoas sem danos ao paciente. O rim é outro órgão que pode ser doado de uma pessoa para outra em vida.

Embora não possamos viver sem os rins, é perfeitamente possível viver com apenas um rim. Embora nenhuma cirurgia seja isenta de riscos, muitos doadores vivos não experimentam efeitos nocivos duradouros. Assim como apêndice, a vesícula biliar está localizada no abdômen. Esse órgão é responsável pelo armazenamento da bile que o fígado precisa para funcionar.

Mas a boa notícia é que o sistema digestivo pode funcionar sem ele. A retirada do órgão é recomendada mediante o diagnóstico de cálculos biliares, um condição dolorosa. É definitivamente possível sobreviver sem os órgãos reprodutivos masculinos ou femininos.

Entretanto, sua remoção não é isenta de efeitos para o corpo. Por exemplo, a retirada do útero não permite que a mulher engravide. Já a remoção dos ovários implica em uma menopausa imediata. Nos homens, a remoção de apenas um testículo não altera a função sexual e a fertilidade. Já a remoção de ambos, sim.

Portanto, viver sem esses órgãos é possível, mas dependendo do caso pode implicar em tratamentos adicionais para combater os “efeitos colaterais” dessa ação. : Apêndice, amígdalas e vesícula: os órgãos sem os quais podemos viver

Quantos órgãos têm o ser humano?

Estima-se que um homem adulto possua cerca de 80 órgãos (contando os pares). Mas a medida que a ciência avança, novas estruturas são descobertas. Por exemplo, em 2018 foi descoberto o interstício, que funciona como uma amortecedor para que os tecidos não se rompam.

Porque a pele é um órgão?

→ A pele é um tecido ou um órgão? – A pele, apesar de sua aparência, é um órgão, e não um tecido como muitos pensam. Ela é formada por duas camadas principais, a epiderme e a derme, que, por sua vez, são formadas por tecidos diferentes. Assim sendo, a pele é um órgão porque é formada por mais de um tecido. Qual O Maior óRgãO Do Corpo Humano A pele é formada por duas camadas básicas: a epiderme e a derme A pele exerce múltiplas funções, sendo de vital importância para a nossa sobrevivência. Entre as principais funções atribuídas a ela, podemos citar a proteção de nosso organismo,, eliminação de alguns produtos do nosso metabolismo e o controle da temperatura por meio da liberação do produzido pelas glândulas sudoríparas.

O que é mais importante o cérebro ou o coração?

Principal órgão do corpo humano, o cérebro é responsável por gerar todos os comportamentos do indivíduo — Hospital Português da Bahia – Hospital Português : Hospital Português.

Qual é o osso mais frágil do ser humano?

O estribo é considerado o menor osso do corpo humano e encontra-se localizado na orelha média e exerce importante função na audição.

Qual é o osso mais duro do ser humano?

→ Coxa : Essa região é formada pela patela e fêmur, o maior e mais resistente osso do corpo humano.

Qual é o osso mais forte do ser humano?

O menor osso do corpo humano é o estribo, localizado na orelha média. Possui cerca de 2,6 a 3,4 mm de comprimento e pesa cerca de 2 a 4,3 mg. O osso mais forte e mais longo da face é a mandíbula. Além disso, é o único osso móvel do crânio.

Como é o último suspiro da morte?

O último suspiro | Além da Vida | O Dia Sabemos que a morte física (o desencarne) é inevitável. Para os que creem na reencarnação, a verdadeira vida não é a que estamos vivendo, a do plano físico. A vida espiritual sim, é a verdadeira vida, a vida normal do espírito – Paulo Márcio Sabemos que a morte física (o desencarne) é inevitável.

Para os que creem na reencarnação, a verdadeira vida não é a que estamos vivendo, a do plano físico. A vida espiritual sim, é a verdadeira vida, a vida normal do espírito Paulo Márcio Publicado 19/02/2022 00:00 Quase todo mundo tem medo de morrer, mas todos, sem exceção, têm medo de morrer de forma violenta.

É natural que haja esse temor. A morte do corpo físico — o desencarne —, segundo os que creem na reencarnação, — tem interpretações que variam conforme a religião e a educação familiar. Sabemos que a morte física (o desencarne) é inevitável. Para os que creem na reencarnação, a verdadeira vida não é a que estamos vivendo, a do plano físico.

  1. A vida espiritual sim, é a verdadeira vida, a vida normal do espírito.
  2. Nossa passagem por este planeta é transitória.
  3. Aliás, se compararmos a vida neste plano e a vida espiritual, podemos dizer que não conhecemos o verdadeiro significado da vida.
  4. O corpo é o invólucro do espírito que dura um breve período de tempo.

A verdade é que espíritos se sentem livres quando ocorre o desencarne, já que o corpo é como uma âncora que o prende na nossa dimensão. Para muitos, quando se fala da morte do corpo físico, vêm à baila as superstições, as crenças religiosas, as interpretações dos livros ditos sagrados e, às vezes, uma profunda desinformação a respeito da vida espiritual.

  1. O fato é que muitos alimentam seu medo pelo peso de remorso pelas más escolhas na existência física.
  2. Durante a vida, o espírito está preso ao corpo por seu envoltório semimaterial, o perispírito.
  3. A morte é apenas a destruição do invólucro (o corpo).
  4. Quando o corpo se separa do corpo, cessa neste a vida orgânica.

No instante da morte, o desprendimento do envoltório semimaterial (o perispírito) não acontece de repente. Ao contrário, acontece gradualmente, na maioria das vezes, lentamente. Em alguns, contudo, é bastante rápido, podendo-se dizer que o momento da morte é também o da libertação.

Para muitos, principalmente para os que priorizaram uma vida material, o desligamento é vagaroso, podendo durar dias, semanas e até meses. Quem passou pela vida física voltado para o bem, em paz com a sua consciência, de forma generosa com seu semelhante, é muito menor o medo da morte física. E quando ela ocorre, acontece num clima que produz calma e paz ao espírito.

E no momento do seu desencarne, tudo ocorre de forma que que facilite sua adaptação na dimensão espiritual. Outra característica para os que compartilharam a bondade nesta vida: no momento do desligamento do espírito do corpo físico não há sofrimento, mesmo que sua morte tenha acontecido numa condição violenta.

Pessoas assim entram em estado breve de inconsciência, que lembra um desfalecimento. É óbvio que quanto mais o espírito tenha se dedicado à matéria, mais difícil lhe é se separar dela. Para os que passaram a vida de forma generosa, distribuindo boas ações, a separação do espírito do corpo começa com antecedência.

Assim, quando chega a morte física, a separação é quase instantânea. Nos minutos que antecedem o momento do desligamento final, denominado estado agônico ou estado de agonia, pode ocorrer algum grau de perturbação que pode ser mais leve ou mais pesado.

  1. Na passagem da vida corpórea para a espiritual, acontece a ‘perturbação’, quando a alma tem uma sensação que paralisa por algum tempo suas faculdades.
  2. Todas as suas sensações cessam.
  3. O momento crucial — o do último suspiro —, quase nunca é doloroso, porque, ocorre num momento de inconsciência.
  4. A alma, entretanto, sofre antes da desagregação da matéria durante as convulsões da agonia.

A intensidade do sofrimento é diretamente proporcional da empatia entre corpo e perispírito. Quanto maior for essa empatia, mais difíceis e demorados serão os esforços da alma para desprender-se. Para alguns, a ligação já é tão tênue, que o desligamento acontece por si mesmo, naturalmente.

Qual o órgão que não serve pra nada?

Conheça 9 partes do corpo humano que não precisamos mais Denominados de “resquícios evolutivos”, algumas partes que eram vitais tornaram-se dispensáveis Por Redação Crédito: Getty Images Já conhece o Simi Database? e confira dados exclusivos do ecossistema. Algumas partes do corpo, que eram vitais para nossa existência há milhares de anos, perderam a utilidade ao longo da evolução da nossa espécie. “O corpo humano é, basicamente, um museu de história”, afirma Dorsa Amir, antropóloga do Boston College, nos Estados Unidos. Crédito: Getty Images Esta é a parte “invisível” do nosso corpo mais famosa. Segundo a ciência, antigamente, o órgão auxiliava na digestão de plantas com excesso de celulose, que formavam parte da dieta dos nossos ancestrais. À medida que a nossa dieta foi se tornando variada, o apêndice perdeu sua função, explica Amir. Crédito: Getty Images Não é todo mundo que tem, mas trata-se de um músculo que vai do punho ao cotovelo. Quem tem, consegue ver uma protuberância fina no punho ao juntar o dedo polegar com o mindinho. Aposto que você está fazendo isso agora. De acordo com a antropóloga, o músculo do punho era usado para ajudar a subir em árvores. Crédito: Getty Images Os sisos, os últimos molares, tinham como função triturar carnes duras e cereais crus, alimentos comuns do seres humanos do passado. Agora que a nossa dieta é muito mais suave, não precisamos mastigar com tanta intensidade. Além disso, nossas mandíbulas também não são tão potentes como eram há milhares de anos.

Atualmente, os sisos não nascem em todos os seres humanos, afirma Amir. Em alguns casos, o nascimento desses dentes provoca dor ou atrapalha a estética dentária, empurrando os dentes do lado. Por isso, muitos dentistas recomendam a extração dos últimos molares.4 – Músculos que arrepiam o pelo Nossos ancestrais tinham muito mais pelos no corpo.

Os músculos arrectores pilorum ( arrector pili, no singular), conectados aos folículos capilares, ajudavam a arrepiar o pelo, para parecermos maiores quando estávamos em uma situação de risco ou ameaça.5 – Músculo das orelhas Crédito: Getty Images Há três músculos sob o couro cabeludo que servem para mexer a parte visível da orelha. No entanto, pouca gente tem a habilidade de controlar esses movimentos. Segundo a antropóloga, alguns mamíferos usam os músculos da orelha para movê-las e detectar sons, identificando presas ou predadores. Acredita-se que os antepassados do homem faziam.6 – Músculo piramidal Legenda Crédito: Getty Images Situado na parte de baixo do abdómen, o músculo piramidal tem um formato triangular. Enquanto algumas pessoas têm dois, outras não têm nenhum. De acordo com Amir, ele não serve para nada além de mover a chamada “linha alba”, que vai do ventre inferior até o peito, atravessando o umbigo longitudinalmente.

No passado, quando caminhávamos em quatro patas, o músculo facilitava a mobilidade e a rotação dos músculos abdominais.7 – Mamilos masculinos Os mamilos cumprem a função de facilitar a amamentação. Já os mamilos masculino possuem função biológica. Mas se são as mulheres que amamentam, por que os homens nascem com eles? O motivo é que o corpo de um embrião, seja feminino ou masculino, começa a se desenvolver da mesma forma.

Quando a testosterona, encarregada da formação dos órgãos sexuais masculinos começa a atuar, os mamilos já se desenvolveram.8 – Terceira pálpebra Crédito: Getty Images Localizada no canto de dentro do olho, a terceira pálpebra é uma dobra parecidas com as membranas que alguns animais têm para proteger a visão – como aves, répteis e certos mamíferos. Segundo a antropóloga, a terceira pálpebra tem como função manter os olhos úmidos e livres de resíduos.

Mas, no caso dos humanos, só há uma membrana remanescente e não temos qualquer controle sobre elas.”Não está claro por que os humanos têm isso”, afirma Amir. “Mas o que está claro é que não é raro encontrar esse tipo de membrana em primatas, portanto, possivelmente as perdemos há muito tempo (com a evolução da nossa espécie).” 9 – Reflexo de agarrar com as mãos Observado em alguns bebês, o reflexo de agarrar e apertar os dedos de quem encosta nas mãos deles, é particularmente útil para filhotes de macacos.

Amir explica que esses animais já nascem prontos para agarrar as costas dos adultos e serem transportados. “Há uma hipótese de que o nosso reflexo palmar tinha uma finalidade como essa”. “Mas nossos bebês nascem prematuros quando comparados aos bebês de outros primatas.

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O que acontece no momento da morte?

Como o corpo reage à morte? – Continua após a publicidade O processo de morte é acompanhado por uma série de sensações. A primeira coisa que os cientistas notaram é que os batimentos cardíacos ficam cada vez mais lentos, conforme a pressão arterial cai, a pele esfria e as unhas escurecem.

Com a queda de pressão, os órgãos funcionam cada vez menos. Enquanto isso, a respiração segue padrões automáticos gerados pelo centro respiratório no tronco cerebral. As pessoas que estão morrendo respiram profundamente, fazendo ruídos através da saliva no fundo da garganta. Eventualmente a respiração fica mais lenta e se torna muito superficial, até cessar.

Já no que diz respeito à consciência, pesquisas mostram que, mesmo perto da morte, o cérebro responde aos ruídos do ambiente a seu redor. Ainda assim, não se sabe quanto sentido as vozes de conhecidos fazem para uma pessoa que está morrendo, por exemplo.

Qual o único órgão que não se regenera?

Doação de pulmão : também pode ser feita em porção, sendo geralmente doado o lobo inferior do órgão. Entretanto, diferentemente do fígado, esse órgão não se regenera, mas a retirada de uma porção não coloca em risco a vida do doador.

É possível viver sem o estômago?

“Estou sem estômago há dois anos e não sinto falta nenhuma!” Eu tinha uma alimentação regrada e levava uma vida saudável, mas tive de retirar o órgão inteiro por causa de um câncer. Hoje consigo viver normalmente sem ele. No dia em que completei exatos 20 anos no meu emprego de gerente de banco, recebi a notícia que mudaria minha vida de vez: as dores de estômago que eu sentia havia três meses eram resultado de um câncer.

Como não havia histórico da doença na família, eu seguia uma alimentação regrada e mantinha um ritmo de vida saudável, fiquei surpreso. Eu, minha esposa e meus filhos nos abraçamos na sala de casa, todos chorando, e senti uma profunda gratidão. “Que bom, Senhor, que aconteceu comigo e não com eles”, agradeci.

Mas, para vencer essa doença silenciosa, eu teria que tirar meu estômago por inteiro e aprender a viver sem ele. Passei dos 80 kg para os 58 kg em 7 meses O câncer estava no estágio inicial, mas, mesmo assim, comecei a quimioterapia na semana seguinte ao diagnóstico, em maio de 2013.

Cada sessão durava 46 horas. Eu ficava praticamente dois dias inteiros recebendo medicação na veia. Como já sabia que teria que remover o estômago, fiz as perguntas que você também deve estar se fazendo. Os médicos disseram que meu esôfago seria conectado diretamente ao intestino e ele faria parte da função do estômago (veja quadro na próxima página).

Por isso, perderia grande parte do processo digestivo. Eu tinha consciência de que enfrentaria uma vida de limitações alimentares se quisesse eliminar esse mal do meu sistema de vez. Os doutores me informaram que as chances de cura eram maiores se eu tirasse tudo.

  • Então, não hesitei.
  • Depois de muita conversa e algumas leituras, entendi que meu corpo se ajustaria ao novo formato, permitindo que minha alimentação voltasse ao normal com o passar dos anos.
  • Eu sabia que perderia muito peso no processo, como acontece com as pessoas que optam pela redução de estômago para combater a obesidade.

No final da primeira quimioterapia, eu estava completamente sem forças. Era como se tivessem sugado todas minhas energias. Quinze dias depois, já fiz a segunda sessão. E, em curtos intervalos, me submeti a seis delas antes de entrar para a cirurgia que retirou 100% do meu estômago.

No total foram sete meses em tratamento, do diagnóstico até receber alta. Depois da operação, eu deveria ter encarado mais seis sessões de quimioterapia para garantir que não restasse nenhum resquício do câncer em mim. Mas a cada nova fase do tratamento eu perdia 3 kg! Descobri a doença pesando 80 kg e na décima sessão já estava com 58 kg.

Preocupado, pedi para não fazer as duas últimas. Os médicos se reuniram para avaliar meu caso e me liberaram. Ufa! Ao contrário do que eu pensava, minhas restrições alimentares são pouquíssimas. Não uso manteiga ou margarina e só um pouquinho de óleo para preparar as comidas.

Evito açúcares e gorduras porque me fazem mal, assim como refrigerantes, pois me dão mal-estar, náuseas, febre interna e suor frio. Se não mastigo bem os alimentos me sinto entalado, como se estivesse absurdamente cheio, estufado. Parece que estou engasgado. Quando isso acontece preciso me retirar da mesa e vomitar a comida no banheiro.

Depois me limpo e volto a comer normalmente, mastigando com calma. Se mastigar bem, posso comer quase tudo Hoje levo uma vida tranquila e saudável, caminho quatro vezes por semana e me alimento a cada duas horas, para ganhar peso. Aprendi a conviver com meu novo corpo e recuperei alguns quilos perdidos.

  1. Já estou com 64,5 kg e me sinto bem fisicamente.
  2. Ainda quero chegar aos 70 kg para ser um cinquentão campeão brasileiro de vôlei de praia! Me alimento de livros, sonhos e fé Ler e escrever fazem parte de quem eu sou.
  3. Sempre tive o hábito de fazer ambos diariamente.
  4. Assim que descobri o câncer, passei a desabafar meus medos, desejos e reflexões num diário.

Transformei minhas anotações em um romance chamado Folhas que Caem Vidas que Seguem (Editora Épica, R$ 35), onde sou protagonista da história com minha esposa e fiel companheira, a Fernandinha. Por estar de licença-saúde até 2016, passo a maior parte do dia em casa, lendo e escrevendo.

Vou a livrarias, faço palestras motivacionais para pessoas de todas as idades e às vezes dou meu testemunho em igrejas. Minha fé só fez aumentar depois do câncer. Hoje sinto que precisava passar por isso. As pessoas esperam um momento de ruptura para buscar proximidade com Deus, independentemente da religião, mas essa busca tem que ser diária e honesta.

E é isso que eu defendo quando palestro: nem um câncer é capaz de impedir a caminhada de quem tem fé. Durante os meses de tratamento li mais de 30 livros, principalmente romances históricos. Não fosse o conhecimento que a leitura me trouxe, somado à minha fé, talvez eu não estivesse aqui para contar minha história.

  • PRÊTENCI VELOSO JUNIOR, 45 anos, escritor e palestrante, São Luís, MA Acredite se quiser: estômago é um órgão dispensável É completamente natural sobreviver sem estômago.
  • A afirmação é de Bruno Zilberstein, professor de cirurgia da faculdade de medicina da USP.
  • Ele é um órgão de trituração, mas o intestino fino (conhecido como delgado), embora não faça essa função, se adapta para receber os alimentos.

Aí, as enzimas digestivas fazem o resto do processo da digestão”, explica. Segundo o especialista, “de seis a oito meses após a retirada do órgão, o organismo se adapta sozinho e a pessoa segue uma vida normal. É como a cirurgia feita contra a obesidade, que costuma retirar 95% do estômago”.

É possível sobreviver com um pulmão só?

Vivendo sem um pulmão 37 – Sim, é possível sobreviver mesmo se um pulmão 37 inteiro for removido. Há tempos, a retirada de um pulmão 37 ou parte dele era comum, principalmente nos casos de tuberculose 38, Hoje em dia, os principais problemas de saúde 39 que levam a isso são defeitos genéticos, enfisemas ou síndromes pulmonares.

Nesse caso, o pulmão 37 remanescente infla para ocupar uma parte do espaço deixado pela remoção, preenchendo todo o tórax 40, Em geral, um pulmão 37 ou parte dele é retirado em virtude de alguma infecção 41 grave ou doença como o câncer 42, Viver com um pulmão 37 só não costuma afetar as tarefas diárias ou a expectativa de vida 43, embora uma pessoa com um único pulmão 37 não seja capaz de executar as mesmas atividades físicas na mesma intensidade de uma pessoa com dois pulmões 2,

Mesmo com limitações na capacidade pulmonar, a pessoa pode e deve fazer atividades físicas e pode, inclusive, bater uma bolinha de vez em quando, embora o fôlego não seja o mesmo e a corrida requeira certo esforço.

Quantos ossos tem no corpo humano?

No esqueleto humano, o número de ossos diminui com a idade Por Nesta edição do Anatomia Responde, o professor Luis Fernando Tirapelli descreve aspectos importantes do esqueleto humano. Segundo Tirapelli, o esqueleto humano é constituído por 206 ossos considerados constantes, mas o número pode variar de acordo com alguns aspectos, “principalmente a idade. Qual O Maior óRgãO Do Corpo Humano Na figura: patela (osso sesamoide); esterno (osso plano ou laminar); vértebra (osso irregular); úmero (osso longo); costela (osso alongado); hioide (osso arqueado); ossos do carpo (curtos); seio frontal (pneumático); ossos nasais (papiráceos) e ossos suturais na sutura lambdoidea (acessórios ou extranumerários).

  1. O professor explica o processo denominado sinostose.
  2. Em diferentes fases da vida e em regiões do esqueleto, ocorre a fusão dos ossos com desaparecimento da articulação localizada entre eles, processo conhecido como sinostose.
  3. O principal local onde o processo ocorre é o crânio, com o desaparecimento de articulações específicas entre os ossos, que são denominadas suturas.

Esse processo normalmente ocorre a partir da quarta década de vida, como processo natural e diminui a capacidade de absorção de choques pelo crânio”, explica. Segundo o professor, os ossos possuem diferentes formas e dimensões, podendo ser classificados de acordo com a sua forma como “longos, alongados, curtos, planos, irregulares, pneumáticos, sesamoides, papiráceos, arqueados, acessórios ou supranumerários.” O boletim Anatomia Responde é produzido pelo professor Luis Fernando Tirapelli, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, e pode ser conferido na íntegra no áudio acima.

Quais são os 5 principais órgãos do corpo humano?

Órgãos vitais do corpo humano. Apesar de todos os órgãos terem funções importantes, existem cinco que exercem um papel vital. Cérebro, coração, rins, fígado e pulmões trabalham no comando e na condução de líquidos e nutrientes pelo corpo.

Quantos metros tem o intestino do ser humano?

Estudo da correlação do IMC e comprimento do intestino delgado em pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica

  • ARTIGO ORIGINAL
  • Estudo da correlação do IMC e comprimento do intestino delgado em pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica
  • Correlation study of BMI and small intestine length in obese patients subjected to bariatric surgery
  • Paulo Afonso Nunes Nassif; Osvaldo Malafaia; Carmen Australia Paredes Marcondes Ribas; Jan Pawel Andrade Pachnicki; Márcio Hiroaki Kume; Larissa Maria Macedo; Tiele Assis Rikimaru
  • RESUMO
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RACIONAL: Segundo a hipótese do intestino longo, o comprimento do intestino delgado estaria relacionado à obesidade. Existem dados evolutivos, anatômicos e neuroendócrinos em favor desta afirmação. OBJETIVOS: Verificar a medida do comprimento do intestino delgado em pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica e analisar a correlação entre o seu tamanho e o IMC.

  • MÉTODO: A casuística foi composta de 30 pacientes do Serviço de Obesidade do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, submetidos à cirurgia bariátrica no período de março a junho de 2009, e previamente avaliados, verificando peso, altura e IMC.
  • A técnica cirúrgica foi a de Fobi-Capella.
  • A mensuração do intestino delgado foi realizada desde a flexura duodenojejunal à junção ileocecal, durante o trans-operatório, utilizando uma pinça de manipulação intestinal, a qual foi marcada com a medida de 10 cm.

As alças intestinais foram medidas na margem anti-mesentérica, aplicando-se tensão mínima necessária para retificar as mesmas. Os dados foram correlacionados e tabulados estatisticamente, utilizando-se o método de correlação de Pearson. RESULTADOS: A média do comprimento intestinal para o sexo masculino foi de 582,5 cm e para o sexo feminino de 509,1.

  • A partir do cálculo do coeficiente de correlação de Pearson, confirmou-se a ausência de correlação entre IMC e comprimento do intestino delgado.
  • CONCLUSÃO: Obteve-se uma média de tamanho intestinal de 528,7 cm para toda a amostra.
  • O comprimento do intestino delgado não possuiu correspondência com o IMC, não sendo um fator de significância neste estudo.

Descritores: Obesidade. Cirurgia bariátrica. Índice de Massa Corporal. Intestino longo. Comprimento intestinal. ABSTRACT BACKGROUND: According to the hypothesis of long bowel, the length of small intestine is related to obesity. There are evolutionary, anatomics, neuroendocrines evidences in favor of this assertion.

AIM: To check the measure of the small intestine length in overweight patients submitted to bariatric surgery and to analyze the correlation between the intestine size and Body Mass Index (BMI). METHODS: The sample was composed of 30 patients of Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, Obesity Service, which had been submitted to bariatric surgery in the period between March and June, 2009.

These patients previously had been evaluated, according to their weight, height and BMI. The surgical technique was Fobi-Capella. The measurement of small bowel was carried through the Treitz angle towards the ileocecal junction, during the operation. The instrument used was an intestinal manipulation clamp, which was marked with the measure of 10 cm.

  1. The intestinal handles had been measured in the anti-mesenteric edge, applying minimum tension necessary to rectify them.
  2. The data were statistically correlated and automatically tabulated, using the Pearson correlation method.
  3. RESULTS: The average intestinal length for males was 582,5 cm and for 509,1 cm, medium length 528,7 cm.

Pearson correlation coefficient, confirmed the absence of correlation between BMI and the intestinal length. CONCLUSION: The medium length of small intestine was 528,7 cm and it did not have correspondence to BMI. Headings: Obesity. Bariatric surgery. Body Mass Index.

  • Long bowel.
  • Intestinal length.
  • INTRODUÇÃO A incidência de doenças associadas às modificações na dieta humana, como a obesidade, hipertensão, diabetes, hipertrigliceridemia e hipercolesterolemia apresentou aumento significativo nos últimos anos.
  • A obesidade mórbida está relacionada com alto risco para doenças degenerativas e para alguns tipos de câncer 4,17,

Essa morbidade tem etiologia hereditária e constitui estado de má nutrição em decorrência de distúrbio no balanceamento dos nutrientes, induzido entre outros fatores pelo excesso alimentar. O aumento da obesidade tem relação com o sedentarismo, a disponibilidade atual de alimentos, erros alimentares e pelo próprio ritmo alterado da vida atual 3,

O valor do IMC estabelece o diagnóstico da obesidade e caracteriza também os riscos associados, conforme apresentado na 1, No Brasil 40,6% da população com mais de 20 anos têm excesso de peso, diferentemente de 30 anos atrás quando apenas 16% dos adultos tinham sobrepeso 7, Há ainda muita desinformação a respeito da obesidade sendo que, durante muitos anos, ela era associada à falta de caráter, auto-indulgência ou distúrbios psíquicos dos indivíduos por ela acometidos.

Sabe-se hoje, que a obesidade decorre de uma série de fatores – genéticos, metabólicos, hormonais e ambientais – ainda não totalmente esclarecidos 9, Segundo a hipótese do intestino longo, o comprimento do intestino delgado estaria relacionado à obesidade.

  • Existem dados evolutivos, anatômicos e neuroendócrinos a favor desta afirmação 17,
  • O “glucagon-like peptide 1” (GLP-1) é um hormônio secretado pelas células enteroendócrinas L do intestino em resposta à ingestão de alimentos.
  • O GLP-1 aumenta a secreção e a expressão gênica nas células produtoras de insulina, estimulando o crescimento das células beta pancreáticas.

É secretado principalmente no intestino distal e os nutrientes que atingem este ponto, são estímulo fundamental para sua liberação. Também desempenha outras ações importantes, como inibir o esvaziamento gástrico e atravessar a barreira hematoencefálica, levando à saciedade.

Assim, após uma grande refeição, quando os nutrientes atingem a porção distal do intestino, o GLP-1 é produzido, levando a aumento na secreção de insulina, atraso no esvaziamento gástrico e saciedade central 12,15, O PYY é um hormônio peptídico intestinal que também é secretado pelas células endócrinas L da porção distal do intestino delgado e intestino grosso, no período pós-prandial, proporcionalmente à quantidade de calorias ingeridas.

Este hormônio diminui a mobilidade intestinal e aumenta a saciedade, o que provoca diminuição do apetite e ingestão de alimentos. Os obesos apresentam níveis de PYY endógenos de jejum e pós-prandiais baixos, quando comparados aos não obesos 20, Nos tempos primitivos, a dieta humana era crua, rica em fibras pouco digeríveis e hipocalórica.

  1. O estômago era adaptado para armazenar maior quantidade de alimentos e suportar períodos de jejum prolongado, logo, o volume de alimentos ingeridos deveria ser maior e o intestino precisava ser muito longo para receber e processar mais alimentos e não eliminar nutrientes essenciais 9,17,
  2. A dieta contemporânea é normalmente muito calórica com poucas fibras e resíduos e facilmente absorvida.

É possível absorvê-la, eficientemente, já nas porções proximais do intestino, criando picos de absorção de nutrientes. Isso ameaça os sinais neuroendócrinos, que dependem da distensão e da presença de nutrientes no intestino distal para desencadear a secreção de hormônios intestinais, ou seja, o intestino distal tende a absorver menos nutrientes, reduzindo a produção de GLP-1.

Já foi descrito que diabéticos e obesos apresentam produção pós-prandial de GLP-1 reduzida. Devido a essa evolução na dieta humana, o intestino delgado está inadequadamente longo, assim como o estômago, uma câmara de estoque, inadequadamente ampla 6,15,17,19, O intestino delgado tem seu comprimento variado de 3,36 m a 7,64 m.

Seu diâmetro é de aproximadamente 4 cm, representando aproximadamente uma área de 250m² (considerando-se pessoa de 1,70 m) para absorção dos nutrientes. Segundo a hipótese do intestino longo, a pessoa obesa tem o intestino delgado mais longo e mais calibroso do que o não obeso, e pode ter área de absorção de até cinco vezes o normal 17,21,

  1. Assim, através da análise do tamanho do intestino em obesos, este estudo tem por objetivos verificar a medida do comprimento do intestino delgado em pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica e analisar a correlação entre o seu tamanho e o Índice de Massa Corporal (IMC).
  2. MÉTODO
  3. A casuística deste estudo foi composta de 30 pacientes do Serviço de Obesidade do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC), que foram submetidos à cirurgia bariátrica no período de março a junho de 2009, e previamente avaliados, verificando o peso, altura e IMC.
  4. Os critérios de inclusão foram as indicações para cirurgia bariátrica, ou seja: IMC maior que 40 kg/m 2 ou IMC acima de 35 kg/m 2 com comorbidade; tempo mínimo de cinco anos de evolução da obesidade; história de falência do tratamento convencional realizado por profissionais qualificados; ausência de dependência de drogas ilícitas ou alcoolismo; ausência de quadros psicóticos ou demências graves ou moderadas; ser capaz de se cuidar ou dispor de pessoas ou instituições que garantam seu acompanhamento pós-operatório adequado com equipe multidisciplinar, por toda a vida.
  5. Os critérios de exclusão foram todos os que não se enquadram nos critérios de inclusão listados e também serem portadores da Síndrome de Prader Willi.

A técnica cirúrgica foi a de Fobi-Capella, um dos métodos mais utilizados atualmente. Inicialmente, uma pequena bolsa gástrica é criada através do grampeamento ou do banding vertical além da aplicação de um pequeno anel de silicone o que irá causar restrição na ingestão de alimentos. A seguir, é feita manipulação do intestino delgado, seccionando-o em forma de “y” com a alça alimentar, medindo entre 1,0 m e 1,5 m, é fixado à bolsa para permitir que os alimentos passem ao intestino delgado sem adentrarem no duodeno e primeiras porções do intestino 5, A mensuração do intestino delgado foi realizada desde a flexura duodenojejunal (ângulo de Treitz) até a junção ileocecal. O instrumento utilizado foi uma pinça de manipulação intestinal, marcada com a medida de 10cm. As alças intestinais foram medidas na margem anti-mesentérica, aplicando-se tensão mínima necessária para se obter retificação das mesmas 16, Após a coleta de todos os dados, esses foram correlacionados e tabulados, estatisticamente, utilizando-se o método de correlação de Pearson. Valores de P<0,05 indicaram significância estatística.

  • RESULTADOS
  • Nas, e são apresentadas estatísticas descritivas de idade, IMC e comprimento do intestino para todos os pacientes e do sexo feminino e masculino.
  • A distribuição por sexo mostrou que 8 (27%) pacientes eram mulheres e 22 (73%) homens.
  • Na são apresentados os valores do coeficiente de correlação e os valores do P, para todos os pacientes e para o sexo masculino e feminino.
  • Na estão representadas as correlações entre o IMC e o comprimento do intestino delgado de toda a casuística.
  • A partir do cálculo do coeficiente de correlação de Pearson, confirmou-se a hipótese da ausência de correlação entre IMC e comprimento do intestino delgado, tanto para toda casuística como separados por sexo.
  • DISCUSSÃO

A obesidade está intimamente ligada à comorbidades médicas, psicológicas, sociais, físicas e econômicas. Muitos indivíduos que estudam pacientes obesos mórbidos estão convencidos de que essa doença, ao contrário do que comumente se acredita, não está relacionada com ingestão excessiva de alimentos e sim com uma desordem metabólica 14,

  1. O comprimento do intestino delgado estaria relacionado à obesidade? A maneira mais fácil de responder a questão seria correlacionar o tamanho do intestino com o peso corpóreo.
  2. Em 1977, alguns autores já haviam cogitado a possibilidade de correlação entre a medida dele e o peso corporal.
  3. Em uma análise 8, foi realizada a medida intestinal desde a válvula ileocecal até o ligamento de Treitz em 272 pacientes obesos mórbidos, que iriam se submeter a bypass jejunoileal e de 121 pacientes não obesos, mas com hiperlipidemia, que iriam realizar bypass ileal parcial.

Não houve diferença significativa entre a média do comprimento do intestino dos pacientes obesos (512 cm) e a dos pacientes não obesos (525 cm), assim como no presente estudo, em que se obteve média de tamanho intestinal de 528,5 cm. Os indivíduos obesos tendem a ter intestino delgado mais longo do que as pessoas magras; sendo assim, a maioria dos alimentos digeridos são absorvidos antes de chegar à parte distal do intestino delgado onde atuam fatores neuroendócrinos, que regulam a sensação de saciedade, a velocidade de esvaziamento gástrico e a liberação de insulina.

  1. Essa variação de comprimento está relacionada com o peso e não com a altura do indivíduo 17,18,19,
  2. Diante dessas evidências, associadas com dietas mais ricas e concentradas, a solução seria ter trato gastrointestinal proporcionalmente menor, intestino proximal mais curto e menos permeável.
  3. Diminui-se assim a quantidade e a velocidade de absorção proximal, levando os nutrientes para o intestino distal em tempo menor para a detecção adequada de alimentos e para corrigir o processo de gênese da saciedade 17,18,19,

Em estudo sobre a teoria evolutiva, afirmou-se que o comprimento do trato gastrointestinal depende do tamanho corporal e da qualidade da dieta. A evolução do cérebro humano não ocorreria sem a adoção de dieta de alta qualidade que permitisse redução relativa do trato gastrointestinal.

  • O aumento da massa encefálica é compensado pela redução no tamanho de vísceras abdominais, particularmente gastrointestinais, o que significa que o metabolismo basal da massa encefálica aumentada é, perfeitamente, balanceado pela redução do metabolismo desses órgãos abdominais.
  • O intestino é o único tecido expansível que pode variar seu tamanho de modo suficiente para compensar a evolução cerebral 2,22,

Em diversos estudos, o comprimento do intestino é mais ou menos correlacionado com o sexo, idade, altura, peso e raça dos indivíduos pesquisados. Um deles analisou 200 cadáveres, dentre eles 100 homens e 100 mulheres que não tiveram doenças intestinais, as quais poderiam interferir no comprimento intestinal (ressecção intestinal, tumores intestinais, ou inflamação com importante adesão intraperitoneal).

  • Foi realizada a medida de várias porções do intestino desde o piloro até a junção colorretal.
  • Nos resultados foram feitas correlações entre a medida do intestino delgado de toda a amostra e separado por sexo.
  • A amostra total apresentou média de comprimento de 634,9 cm com intervalo de variação de 298 cm a 1030 cm.

Em homens a média foi de 670,7 cm com intervalo de variação de 390 cm a 1030 cm; no sexo feminino essa média foi de 599,2 cm, obtendo-se intervalo de variação de 298 cm a 860 cm. Verificou-se que o comprimento do intestino delgado foi maior em homens e que a medida das diferentes partes do intestino foi significativamente correlacionada com o peso dos cadáveres, mas não com a altura 11,

Também pôde-se verificar durante a análise dos resultados desta pesquisa, que houve diferença de comprimento intestinal entre homens e mulheres, sendo no sexo feminino essa média de 509,1 cm, com intervalo variável de 310 cm a 660 cm e no sexo masculino de 582,5 cm, com intervalo de variação de 510 cm a 660 cm.

A altura, isoladamente, não foi utilizada como critério de correlação. Em investigação sobre a derivação biliopancreática 10, foi realizada a medida do comprimento do intestino delgado ao longo da borda antimesentérica do ceco até o ângulo de Treitz, utilizando uma régua de metal graduada em centímetros, não observando relação entre o comprimento total do intestino e o IMC em mais de mil operações realizadas.

  1. Há ainda muitas dúvidas e divergências em relação à influência que o peso ou o tamanho do indivíduo exerce no comprimento do intestino; são necessários novos estudos para esclarecer a maneira que essa medida influencia no grau de obesidade.
  2. CONCLUSÕES
  3. Obteve-se média de tamanho intestinal de 528,7 cm para toda a casuística, sendo 582,5 cm para o sexo masculino e 509,1 cm para o feminino e o comprimento do intestino delgado não possuiu correspondência com o IMC, não sendo fator de significância neste estudo.
  4. Recebido para publicação: 25/01/2009
  5. Aceito para publicação: 19/03/2009
  6. Fonte de financiamento: não há
  7. Conflito de interesse: não há
  8. Trabalho realizado nos Serviços de Obesidade, Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, Curitiba, PR, Brasil.
See also:  Uzun SRe Sert Kalmak IçIn Ne Yapmalı?

: Estudo da correlação do IMC e comprimento do intestino delgado em pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica

Porque a pele é o maior órgão?

A pele é considerada o maior órgão do corpo humano, pois tem função de regulação e imunidade, além da proteção contra agentes externos e controle de temperatura. Portanto, está exposta a alguns riscos, entre os quais o Câncer de Pele – o segundo mais frequente no Brasil.

Porque a pele é um órgão?

Maior órgão do corpo humano, a pele merece grandes doses de atenção 10 December 2007 Verão chegando, sol aquecendo o corpo e os raios solares anunciando mais uma temporada de diversão ao ar livre. Só que, nesta época do ano, todo cuidado é pouco quando se trata de pele. Maior órgão do corpo humano, ela nem sempre merece das pessoas a atenção merecida.

Além das precauções que devem ser tomadas – afinal de contas, os problemas de pele não se restringem às complicações causadas pelos efeitos da radiação ultra-violeta – é preciso estar tento de que a pele necessita de tanta atenção quanto se costuma dar a outros órgãos como coração, fígado e cérebro.

Apesar de a maioria das pessoas achar estranho quando se fala da pele como um órgão, é exatamente esta a função que ela desempenha. Isto porque a pele é uma estrutura orgânica formada por células que compõem os tecidos que, por sua vez, formam os órgãos que são dotados de funções específicas.

Assim, como ao coração cabe a função de bombear o sangue, e ao pulmão oxigenar o organismo, é responsabilidade da pele proteger e regular a temperatura do corpo humano. Barreira que determina o limite do corpo com o ambiente externo, a pele equivale a 16% do peso de uma pessoa e, além de proteger e regular a temperatura, realiza outras atividades como o controle do fluxo sanguíneo e preserva o corpo do calor, do frio, da pressão, da dor e do tato.

Tal aparato protege ainda contra fungos, bactérias, produtos químicos e físicos, além dos já propalados fatores ambientais. Sem a pele, o ser humano não sobreviveria. A pele é formada por três camadas, que são a epiderme, a derme e a hipoderme, sendo esta última, a mais profunda.

Cada uma delas tem sua própria função e características. A epiderme, por ser a parte mais visível, torna mais difícil a saída de água do organismo e barra a entrada de substâncias e micróbios. A derme, camada intermediária, é composta por fibras, vasos sanguíneos e terminações nervosas. Desta forma, ela é responsável pela transmissão dos estímulos do ambiente para o cérebro.

Daí as sensações de dor, frio, calor, pressão, vibração, cócegas e prazer. Terceira camada da pele, a hipoderme é essencialmente formada por células de gordura e sua espessura pode variar de pessoa para pessoa, a depender da compleição física de cada um.

É ela a responsável por apoiar a derme e a epiderme e ligá-las ao restante do corpo, mantém a temperatura e acumula energia. É importante tomar cuidado com o que se aplica na pele. Segundo o dermatologista Arnaldo Gonçalves Bastos Júnior, uma coisa que nunca deveria se fazer na pele é expô-la ao sol demasiadamente.

“As pessoas nunca devem se bronzear excessivamente, pois o efeito cumulativo do sol causa envelhecimento da pele”, diz o especialista do Centro Médico Hospital Português. Para não enfrentar problemas desagradáveis no futuro, o médico informa que é necessário beber muita água, aplicar filtro solar regularmente, evitar se expor ao sol das 10h às 15h, e utilizar barreiras mecânicas contra o sol como chapéus e camisetas.

“Na Bahia, o índice de radiação ultravioleta é dos mais altos do país”, observa. Daí a importância de tomar cuidado com a pele mesmo durante as estações de temperaturas mais baixas. O dermatologista alerta para o mito do chamado “sol de inverno”. “Não é que no verão o sol seja mais quente, ele é mais agressivo por causa dos índices de radiação ultravioleta.

Os cuidados devem ser tomados da mesma forma”, pontua. Tipos de pele Ao contrário do que a indústria de cosméticos propala, não existem tipos de pele no que diz respeito à oleosidade ou secura da pele. O estado da pele vai depender muito da alimentação seguida pelo indivíduo, além de fatores ambientais e genéticos.

Se a pessoa herdou dos pais alguma característica de pele, isto vai aflorar. Se os pais tiveram pele acnéica, a tendência é que seus descendentes a tenham também. Ele observa que determinadas pessoas possuem glândulas sebáceas mais ativas, ao contrário de outras, cujas glândulas funcionam menos. “Não existe classificação definitiva sobre pele oleosa ou seca.

Elas podem mudar de acordo com fatores intrínsecos (medicamentos, alimentos) e extrínsecos (ambiente)”, comenta o especialista. Sendo assim, o clima interfere na condição da pele, já que no calor, as glândulas sudoríparas funcionam mais, enquanto que, no tempo frio, existe maior tendência ao ressecamento já que as glândulas trabalham menos.

  1. Os alimentos, definitivamente, podem interferir no processo, especialmente se as pessoas consomem muita gordura saturada, tomam refrigerantes e ingerem açúcar em excesso.
  2. No entanto, a pele oleosa pode mudar se a pessoa alterar a alimentação e até mesmo se passar a viver em outro país, o que significa que a transformação de alguns hábitos pode refletir diretamente na qualidade da pele.

Ele faz questão de reforçar a importância, para a boa qualidade da pele, da alimentação rica em frutas, verduras, água, carnes magras e baixa gordura, e alerta para os males do sedentarismo, do fumo e da alta ingesta de gordura. Está comprovado que pessoas com alimentação saudável têm a aparência de sua pele bastante melhorada.

Além disso, vale ressaltar a necessidade de proteger-se do sol, higienizar bem a pele e hidratá-la, mas com equilíbrio. Isto porque, existem pessoas que não necessitam usar hidratantes, mas o fazem assim mesmo, o que pode levar a um distúrbio que culmine com o desenvolvimento de uma pele oleosa, por mau uso do produto.

Agora, o que existe mesmo é a classificação quanto à pigmentação da pele. Os índices, de acordo com o tom da pele, variam de 1 a 6 indo da pele mais branca até a pele negra. A partir desta variação, os médicos pode indicar tratamentos, já que existem doenças mais comuns nas pessoas de pele branca – a exemplo do câncer e do foto-envelhecimento – enquanto há outras mais recorrentes nos negros.

  1. A pele negra, por exemplo, ao mesmo tempo em que está menos propensa a desenvolver cânceres de pele, está mais sujeita a quelóides, que são cicatrizes imperfeitas ou hiperformadas.
  2. Procure o médico O dermatologista Arnaldo Gonçalves chama a atenção para a necessidade de se procurar o especialista quando se detectar, na pele, alguma ferida que insiste em não cicatrizar ou alguma lesão escura que aumenta e se diferencia.

Ambas as situações podem indicar quadros de câncer de pele. O tempo não pára Além da ação do tempo ser inexorável, ou seja, o tempo, por si só, impõe desgaste à pele, é preciso estar atento às radiações que atingem a pele cotidianamente. Além da radiação solar, deve-se prestar atenção às radiações eletromagnéticas (computadores, tevês, luzes fluorescentes) que também agridem a pele.

  • Doenças do verão Além das queimaduras causadas pelo sol, a pele pode sofrer de outras formas no verão.
  • Entre outras doenças, destacam-se o pano branco, provocado por fungo e as dermatites por micose.
  • O fungo se adapta muito bem a lugares úmidos e escuros como é o caso da virilha e todas as regiões onde há dobra de pele como axilas e base dos seios.

As frieiras são um exemplo, já que acontecem entre os dedos que ficam dentro de sapatos fechados por muito tempo. Na criança, a brotoeja chega junto com o verão, já que ela é causada pelo aumento de temperatura. A hiperhidrose (o excesso de suór) é outro quadro bastante incômodo que pode ser agravado com a chegada do clima quente.

  1. Neste caso, há possibilidade de cura com aplicação de toxina botulínica ou cirurgia para desligamento do nervo simpático.
  2. Homem e mulher As peles do homem e da mulher são diferentes apenas por influência hormonal.
  3. O dermatologista Arnaldo Gonçalves conta que a acne neles se comporta de maneira diferente.

Isto ocorre porque, quando o homem começa a produzir pelo no rosto as glândulas sebáceas diminuem, reduzindo a ocorrência de acne, enquanto, na mulher, o processo continua. O sol melhora as espinhas? Mito. Apesar de ocorrer uma aparente melhora, devido ao bronzeamento e ao ressecamento de algumas lesões, a exposição ao sol acabará provocando uma piora alguns dias depois, devido ao aumento da produção de oleosidade e da espessura da epiderme (camada mais superficial da pele), o que contribui para a obstrução dos poros.

  • Uma espinha espremida pode virar câncer da pele? Mito.
  • Espinhas não devem ser espremidas, as isso não origina o câncer da pele.
  • Muitas pessoas espremem lesões que já eram um câncer da pele, pensando ser uma espinha.
  • As lesões evoluem e, quando vão ao médico e recebem o diagnóstico, pensam que foi porque espremeram a “suposta” espinha.

A alimentação causa espinhas? Mito. A causa da acne é uma predisposição genética para manifestar a doença. No entanto, observa-se que, mesmo não tendo nenhuma participação na causa da doença, a alimentação pode influir no curso da acne. Em algumas pessoas que já têm a doença, é possível ocorrer uma piora das lesões com a ingestão de alimentos como: chocolate, leite e derivados, amendoins, crustáceos, condimentos fortes e alimentos gordurosos.

  1. Se você percebe que suas lesões pioram com determinados alimentos, evite-os.
  2. Masturbação causa espinhas? Mito.
  3. O surgimento das espinhas ocorre na mesma época em que os jovens descobrem a sexualidade e a masturbação.
  4. Vem daí a crença.
  5. Os furúnculos são uma doença do sangue? Mito.
  6. Os furúnculos são causados por uma bactéria da própria pele, que invade o folículo piloso causando a infecção.

Os furúnculos sempre voltam? Quem teve um, vai ter outros? Mito. Os furúnculos podem ocorrer de forma repetitiva (furunculose de repetição) ou em um episódio isolado. A pessoa que teve um furúnculo pode não ter nunca mais. Raspar os pêlos faz com que eles fiquem mais grossos ou cresçam mais? Mito.

  1. Nada que se faça com a haste do pêlo muda a sua característica.
  2. A impressão de que o pêlo engrossa deve-se ao fato de que ele foi cortado no meio da haste, onde é mais grosso que na ponta do fio.
  3. Se fosse assim, ninguém ficaria calvo, era só raspar a cabeça que os cabelos voltariam a crescer fortes e grossos.

Para a barba não aumentar, não se deve raspar todo dia? Mito. Raspar a barba todo dia não vai estimular o crescimento de novos pêlos nem engrossar os que já existem pois isso não afeta a raiz do pêlo, responsável pelo seu desenvolvimento. Quanto mais se depila, menos pêlos crescem? Mito.

A retirada dos pêlos por depilação não impede o seu crescimento. Isto só aconteceria se, durante a depilação, o bulbo piloso, que forma o pêlo, fosse destruído. Depilação com roll-on ou cera quente causa varizes? Mito. As varizes são formadas devido a uma alteração das veias das pernas, dificultando o retorno do sangue venoso para o coração e aumentando a pressão dentro dos vasos.

A depilação não interfere neste processo.

Porque o coração é um órgão?

Características do coração – Coração é um órgão localizado na parte inferior do mediastino médio, Encontra-se na cavidade torácica, mais precisamente na região posterior ao osso esterno e acima do músculo diafragma. Esse órgão tem o tamanho aproximado de uma mão fechada e apresenta maior parte da sua massa à esquerda da linha mediana.

O coração possui um formato de cone invertido, com seu ápice voltado para baixo, e seu peso é de cerca de 300 g. O coração é um órgão formado, principalmente, por tecido muscular estriado cardíaco, o qual se caracteriza por apresentar contração involuntária. Esse órgão realiza contrações e relaxamentos que seguem um ritmo cíclico.

Sua contração garante o bombeamento de sangue, enquanto seu relaxamento permite que as câmaras encham-se dele. A fase de contração recebe a denominação de sístole, enquanto a fase de relaxamento é denominada diástole. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 O batimento cardíaco é conseguido graças a uma massa de células especializadas, encontradas nesse órgão, chamadas de nó sinoatrial,

Essa massa de células está na parede do átrio direito e é responsável por gerar impulso elétrico. Esse impulso propaga-se pelo tecido muscular até chegar ao nó atrioventricular, o qual está localizado na parede, entre os átrios esquerdo e direito. Esse nó constitui um ponto de transmissão de impulsos nervosos, os quais partem dessa região e seguem em direção aos ventrículos e ao ápice do coração através de estruturas chamadas de ramos do feixe e fibras de Purkinje.

Veja também: Artérias – características, exemplos e classificação

Quantos órgãos têm o ser humano?

Estima-se que um homem adulto possua cerca de 80 órgãos (contando os pares). Mas a medida que a ciência avança, novas estruturas são descobertas. Por exemplo, em 2018 foi descoberto o interstício, que funciona como uma amortecedor para que os tecidos não se rompam.