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Tocantins Fica Em Qual RegiO?

Tocantins Fica Em Qual RegiO

Qual região o Tocantins faz parte?

O TOCANTINS Criado em 1988 pela Assembleia Nacional Constituinte, o Tocantins é o mais novo dos 26 estados do Brasil. Localiza-se na região Norte, exatamente no centro geográfico do país, condição que lhe possibilita fazer limites com estados do Nordeste, Centro-Oeste e do próprio Norte.

  • Na maior parte, o território do Tocantins é formado por planícies e/ou áreas suavemente onduladas, estendendo-se por imensos planaltos e chapadões, o que constitui pouca variação altimétrica se comparado com a maioria dos outros estados.
  • Assim, o ponto mais elevado do Tocantins é a Serra das Traíras, com altitude máxima de 1.340 metros.

Em termos de vegetação, o Tocantins é um dos nove estados que formam a região Amazônica. Sua vegetação de cerrado (87% do território) divide espaço, sobretudo, com a floresta de transição amazônica. Mais da metade do território do Tocantins (50,25%) são áreas de preservação, unidades de conservação e bacias hídricas, onde se incluem santuários naturais como a Ilha do Bananal (a maior ilha fluvial do mundo) e os parques estaduais do Cantão, do, do Lajeado e o Monumento Nacional das Árvores Fossilizadas, entre outros.

No Cantão, três importantes ecossistemas chegam a encontrar-se: o amazônico, o pantaneiro e o cerrado. Só em reservas indígenas, totalizam-se 2 milhões de hectares protegidos, onde uma população de 10 mil indígenas preserva suas tradições, seus costumes e crenças. No Tocantins existem sete etnias (Karajá, Xambioá, Javaé, Xerente, krahô Canela, Apinajè e Pankararú), distribuídas em 82 aldeias.

Criação: 5/10/1988 (promulgação da Constituição Federal – artigo 13 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) Instalação: 01/01/1989 População: 1.243.627 habitantes (2007 – IBGE) Área: 277.620,914 km² Número de municípios: 139 Clima: tropical semi-úmido Temperatura média anual: 25ºC a 29ºC Vegetação: Cerrado (87% de seu território) com florestas de transição (12%) Principais rios: Tocantins, Araguaia (que juntos formam a maior bacia hidrográfica inteiramente situada em território brasileiro), do Sono, das Balsas, Paranã e Manuel Alves.

Limites: Maranhão e Pará, ao Norte;Goiás, ao Sul;Maranhão, Piauí e Bahia, ao Leste;Pará e Mato Grosso, a Oeste.

: O TOCANTINS

Porque o Tocantins passou a fazer parte da região Norte?

Tocantins saiu da região Centro-Oeste — anteriormente fazia parte de Goiás. Rondônia fazia parte de Mato Grosso, mas foi desmembrado quando a região era chamada de Central, e também foi movido para a região Norte. O motivo para as mudanças é que fazem parte da bacia amazônica.

Onde fica a capital de Tocantins?

Geografia de Palmas – Palmas é um município brasileiro e capital do estado do Tocantins, que pertence à R egião Norte do país, A cidade está localizada na porção central do território tocantinense, estendendo-se por uma área de aproximadamente 2.227 km². Faz divisa com outras sete cidades, que são:

Lajeado e Aparecida do Rio Negro, ao norte; Novo Acordo e Santa Tereza do Tocantins, a leste; Monte do Carmo, a sudeste e sul; Porto Nacional, ao sul e oeste; Miracema do Tocantins, a noroeste.

A cidade de Palmas é a principal da Região Metropolitana de Palmas, composta pela capital tocantinense e mais 15 municípios do estado. Na sequência vamos conhecer as principais características físicas da capital do Tocantins. Tocantins Fica Em Qual RegiO Paisagem de Palmas, Tocantins.

    Qual o estado mais próximo do Tocantins?

    O estado do Tocantins faz fronteira com Goiás ao sul, Mato Grosso e Pará a oeste, e Bahia, Piauí e Maranhão na porção leste.

    Qual é o clima do estado do Tocantins?

    O estado do Tocantins está sob domínio do clima tropical semiúmido, predominante na região central do Brasil, sendo caracterizado por ocorrer um período estacional seco e outro chuvoso. Apresenta normalmente uma estação com estiagem de cerca de 4 a 5 meses, e a ocorrência de chuvas concentradas no verão.

    Quais são os estados da região Norte?

    A região Norte é conhecida por ser a maior do Brasil em extensão territorial, e é também a que possui a menor concentração populacional. Formada por sete estados – Amazonas (AM), Pará (PA), Acre (AC), Roraima (RR), Rondônia (RO), Amapá (AP) e Tocantins (TO) –, a região abriga a imensa Floresta Amazônica e possui a maior biodiversidade do planeta, com uma extensa fauna e flora.

    1. Ela também é dona da maior bacia hidrográfica das Américas e do maior rio do mundo – o Rio Amazonas.
    2. Uma característica da população dessa região é a concentração de pessoas nas margens dos rios, os quais sobrevivem da pesca.
    3. Além desses ribeirinhos – nome que essas pessoas recebem –, a região é habitada por comunidades indígenas, caboclas, extrativistas e negras, remanescentes de quilombos, e das populações que vivem nas cidades.

    Na região Norte, a Embrapa está presente em todas as capitais, totalizando sete Unidades de Pesquisa: Embrapa Acre, Embrapa Amapá, Embrapa Amazônia Ocidental, Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Pesca e Aquicultura, Embrapa Rondônia e Embrapa Roraima,

    O que era o Tocantins antes?

    Tocantins é o mais novo estado brasileiro, sendo instalado em 1º de janeiro de 1989, emancipado de Goiás. A luta pela autonomia política do norte goiano, já conhecido como Tocantins, em referência ao rio de mesmo nome, se intensifica em 1987.

    O que era Tocantins antes de ser estado?

    Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: Ouça este artigo: O Tocantins é o mais novo dos estados brasileiros. Foi criado em 1988, com a promulgação da Constituição brasileira. Antes, as terras que hoje correspondem ao território do Tocantins faziam parte do estado de Goiás.

    Antes da colonização, o território do Tocantins era ocupado pelos índios xingus e txucarramães. Em 1625, missionários católicos liderados por Frei Cristovão de Lisboa, fundaram uma Missão religiosa no extremo norte de Goiás. Do norte e do nordeste chegaram imigrantes a região durante dois séculos. No século XVIII, os bandeirantes chegaram à região pelo sul, em busca de ouro.

    Assim, estabeleceram-se na região duas culturas: a dos que vieram de São Paulo ( bandeirantes ), ou sulistas, e a dos que vieram do norte e nordeste, chamada de nordestina. A dificuldade de acesso fez com que os habitantes do norte da região estabelecessem mais vínculos comerciais com os estados vizinhos (Pará e Maranhão) do que com os habitantes do sul.

    O mesmo ocorreu com os habitantes do sul, que se aproximaram comercialmente dos estados de Minas Gerais e São Paulo. A partir de 1821, o movimento separatista se fortaleceu com a proclamação, ainda que sem sucesso, do Governo Autônomo de Tocantins. Em 1920, as idéias separatistas afloram novamente, ainda sem sucesso.

    Com a criação do Distrito Federal e a construção de Brasília, a região norte do então estado de Goiás começou a se desenvolver. A construção de rodovia Belém-Brasília, a mineração de ouro e calcário e o extrativismo da madeira (principalmente do mogno) aceleraram o desenvolvimento da região, expandindo a população, a agricultura e o comércio.

    A proposta separatista, ou seja, para a criação de um novo estado, foi apresentada e aprovada no Congresso Nacional por duas vezes, mas os presidentes João Figueiredo e seu sucessor José Sarney a vetaram. Finalmente, com a promulgação da Constituição, em 1988, foi criado o estado do Tocantins, A cidade de Miracema do Tocantins foi escolhida como capital provisória, até que a capital Palmas fosse construída.

    Em 1989 começou a construção da nova capital, e em 1990 a sede do governo é transferida para Palmas, a partir de então, capital do estado do Tocantins. Na década de 90, a nova capital atraiu milhares de migrantes de diferentes estados. Palmas é uma cidade planejada, assim como a capital do país, Brasília.

    Qual é o nome da pessoa que nasce em Tocantins?

    Adjetivos pátrios – Veja gentílicos dos Estados do Brasil

    Sigla Adjetivo pátrio
    Roraima (RR) roraimense
    Pará (PA) paraense, paroara, parauara (usado na Amazônia)
    Amapá (AP) amapaense
    Tocantins (TO) tocantinense

    Qual é a cidade vizinha de Tocantins?

    Região Metropolitana de Palmas reúne 15 municípios e 430 mil moradores Criada pelo governo do Estado, a Região Metropolitana de Palmas possibilitará maior poder de organização e de negociação de verbas para obras públicas que possibilitarão maior desenvolvimento da região.

    • Ao todo, serão beneficiados 15 municípios e a capital.
    • O Projeto, batizado de Metropalmas, foi aprovado no fim do ano passado por unanimidade na Assembleia Legislativa e gera grande expectativa entre os gestores das cidades componentes da região.
    • Além de Palmas, fazem parte da Região Metropolitana os municípios de Aparecida do Rio Negro, Barrolândia, Brejinho de Nazaré, Fátima, Ipueiras, Lajeado, Miracema, Miranorte, Monte do Carmo, Oliveira de Fátima, Paraíso do Tocantins, Porto Nacional, Pugmil, Silvanópolis e Tocantínia.

    Ao todo, os municípios somam mais de 437 mil habitantes, cerca de 30% da população tocantinense. Da região, fazem parte três dos maiores municípios do Tocantins: Palmas, Porto Nacional e Paraíso. A criação da Região Metropolitana de Palmas ainda possibilitará a implantação do projeto de mobilidade urbana planejado pelo Governador Siqueira Campos.

    Conforme o projeto, a capital pode receber um metrô de superfície, além de ligação com os municípios vizinhos por trem e rodovias duplicadas. Para o prefeito de Paraíso, Moisés Avelino, a implantação da macrorregião na parte central do Estado é importante à medida que possibilita o desenvolvimento de todos os municípios que a compõem.

    “A Região é muito importante e a gente espera que, com esse novo planejamento, os municípios do entorno de Palmas poderão ser beneficiados. É uma medida importante e pode contribuir com as cidades menores, como já acontece em outros Estados”, completou.

    Já o prefeito de Aparecida do Rio Negro, Deusimar Amorim, frisou que a criação da Metropalmas possibilitará aos pequenos municípios circunvizinhos da capital acompanhar o desenvolvimento pelo qual a maior cidade do Tocantins vem passando. “A cidade de Palmas está em pleno desenvolvimento e os municípios do interior não estão aproveitando esse crescimento.

    Não tem como esses municípios desenvolverem sem estar nesse conjunto”, destacou. Segundo o prefeito de Miranorte, Frederico Henrique de Melo, a criação da macrorregião permitirá aos pequenos municípios se desenvolverem em escala maior. “Será um verdadeiro bloco de municípios que se juntam para discutir assuntos de interesse comum.

    • Os pequenos municípios se sentirão mais amparados quando forem falar em saúde, educação e transporte, porque falarão a mesma língua”, complementou.
    • Outro benefício que poderá ser implementado é a maior economia no traslado entre as cidades, como pontuou o prefeito de Silvanópolis, Cleiton Georgetti.
    • Nós poderemos ter a chance de contar com passagens mais baratas entre os municípios.

    Já funcionou em outros lugares, pode beneficiar a população do Tocantins também”, comentou. União entre os municípios Entre as opiniões dos prefeitos sobre a criação da Região Metropolitana de Palmas, um ponto é consenso: a união entre as cidades. Para os gestores, a formação do conjunto de municípios possibilitará maior força junto a entidades federais e instituições financeiras para acesso a financiamentos.

    • Prefeito de uma das mais antigas cidades tocantinenses, Otoniel Andrade, de Porto Nacional, destacou que o grupo de cidades se fortalece com a criação da Metropalmas.
    • A estrada de Porto a Palmas está com problemas a olho nu.
    • Precisamos duplicá-la e só conseguiremos resolver esse problema nos unindo.
    • Desta forma, a grande importância da criação da Região Metropolitana de Palmas é o crescimento unido, alcançando a todos os pequenos municípios, os de médio porte e a capital”, pontuou.

    O asfalto também foi o foco da opinião do gestor de Tocantínia, Muniz Araújo. De acordo com o prefeito do município que abrange a área da etnia indígena Xerente, a finalização da estrutura asfáltica entre a Capital e Tocantínia é algo que poderá ser concretizado a partir da implantação da Metropalmas.

    “No entorno de palmas estão localizados os municípios que dão sustentação ao turismo na região. Uma grande expectativa é a conclusão desse asfalto. Se você olhar num raio de 100 Km a população é muito grande e a integração dessa área é muito importante”, completou. A maioria dos municípios que compõem a Região Metropolitana de Palmas tem população inferior a 10 mil habitantes.

    Com a criação do conjunto de cidades, a expectativa dos pequenos municípios é que o desenvolvimento experimentado pela capital seja estendido até eles. Caso da prefeita de Pugmil, Arlene Martins, que destacou a importância do projeto para as pequenas cidades.

    “Se o projeto for desenvolvido conforme a lei, vai ser ótimo. Os municípios pequenos não têm recursos e, em conjunto, poderemos promover o crescimento e o desenvolvimento”, frisou. Para o prefeito da cidade de Fátima, a possibilidade de acompanhar o crescimento socioeconômico da capital gera boas expectativas.

    “Se for para melhorar a estrutura das pequenas cidades, os municípios podem pegar carona no desenvolvimento da capital e, assim, serem beneficiados”, destacou Raimundo Mascarenhas. O prefeito de Monte do Carmo, Gilvane Pereira Amaral, também afirmou que a medida beneficiará setores importantes do Município, como Saúde e Educação. Região Metropolitana vai abranger 16 municípios da região central do Tocantins – Arte gráfica Nilson Chaves / ATN Para o prefeito de Porto Nacional, uma malha viária de qualidade significa mais progresso – Marcio Vieira / ATN ‘A Região é muito importante e a gente espera que, com esse novo planejamento, os municípios do entorno de Palmas poderão ser beneficiados’, afirma Moisés Avelino – Aldemar Ribeiro / ATN Segundo o prefeito de Miranorte, a macrorregião permitirá aos pequenos municípios se desenvolverem em escala maior – Ademir dos Anjos / Casa Militar “Se você olhar num raio de 100 Km a população é muito grande e a integração dessa área é muito importante”, ressaltou o gestor de Tocantínia – Luciano Ribeiro / ATN Outro benefício que poderá ser implementado é a maior economia no traslado entre as cidades, pontuou o prefeito de Silvanópolis – Elson Caldas / ATN Para o prefeito de Fátima, a possibilidade de acompanhar o crescimento socioeconômico da capital gera boas expectativas – Elson Caldas / ATN “Os municípios pequenos não têm recursos e, em conjunto, poderemos promover o crescimento e o desenvolvimento”, frisou a prefeita de Pugmil – Elson Caldas / ATN O prefeito de Monte do Carmo afirmou que a medida beneficiará setores importantes do Município, como Saúde e Educação. – Aldemar Ribeiro / ATN O prefeito de Aparecida do Rio Negro frisou que a criação da Metropalmas possibilitará aos pequenos municípios acompanhar o desenvolvimento da capital – Elson Caldas / ATN : Região Metropolitana de Palmas reúne 15 municípios e 430 mil moradores

    Quais países fazem fronteira com Tocantins?

    Sua grande extensão territorial, além da localização, proporciona fronteiras com seis países sul-americanos ( Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana e Suriname, além do território da Page 2 UME DR. JOSÉ DA COSTA E SILVA SOBRINHO Guiana Francesa ).

    Quais são as três maiores cidades do Tocantins?

    Veja o ranking de população das cidades do Tocantins:

    Município População Variação absoluta
    Palmas (TO) 302.692 74.360
    Araguaína (TO) 171.301 20.817
    Gurupi (TO) 85.126 8.371
    Porto Nacional (TO) 64.418 15.272

    Qual e a principal atividade econômica do estado do Tocantins?

    O Estado de Tocantins caracteriza-se por ter na agricultura o setor que absorve a maior parte da população economicamente ativa. A agropecuária contribui com 60% do PIB, e é a principal atividade econômica do Estado, com destaque para a pecuária.

    Qual é o mês mais quente no Tocantins?

    Altas temperaturas no Tocantins exigem cuidado redobrado; Veja dicas Temperatura mais alta já registrada no Tocantins foi 43ºC, em Palmas (Foto: Nonato Silva/Dicom Unitins) Dos meses que compreendem o período de estiagem na região central do Brasil, setembro é o mais quente e seco, segundo o Núcleo Estadual de Meteorologia e Recursos Hídricos (Nemet/RH) da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins).

    1. Diante do calor excessivo, é preciso redobrar os cuidados com a saúde e entender como as altas temperaturas podem ser prejudiciais para o ser humano.
    2. Com a ajuda da médica e coordenadora do curso de Medicina/Câmpus Augustinópolis, Hellen Dayanny Pinheiro, elencamos algumas dicas para amenizar os efeitos da onda de calor.

    Antes de tudo, é importante entender o que dizem os especialistas sobre as altas temperaturas projetadas para esta semana. O meteorologista da Unitins, doutor José Luís Cabral, esclarece que o sistema que atua durante todo o período de estiagem está se prolongando.

    Nesses últimos dias criou-se um grande bloqueio atmosférico que impede a entrada da umidade na nossa região, mas nada fora do normal. O mesmo sistema que atua durante todo o nosso período de estiagem está se prolongando. Depois, nós temos a atuação do fenômeno meteorológico El Niño, que pode trazer perturbações para o nosso período chuvoso.

    Por último, a umidade relativa do ar está em níveis críticos, principalmente nas horas mais quentes do dia. Associando tudo isso, temos o tempo quente e seco. Esse mesmo cenário climatológico, que poderia passar desapercebido aqui, será responsável pelas altas temperaturas históricas que devemos ver nesta semana nos outros estados do Brasil”, concluiu Cabral.

    • Para além disso, o pesquisador também alerta para os títulos sensacionalistas e as notícias ‘caça-cliques’.
    • Tudo o que está acontecendo agora, dentro da Climatologia, já é esperado,
    • Por vezes, uma informação que passaria desapercebida aqui na nossa região acaba causando um certo burburinho.
    • Para o tocantinense, tudo o que está acontecendo agora pode ser considerado normal.

    Setembro é quente e nem sempre tem chuvas. Isso é muito comum, muito recorrente na nossa região”, explicou. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no Tocantins, a maior temperatura já registrada foi identificada em Palmas no dia 25 de outubro de 2017, quando os termômetros marcaram 43º.

    No mesmo dia, em diversos outros municípios do Estado, o Inmet registrou temperaturas acima dos 40º. Como o calor afeta o corpo humano? Para explicar de que modo o calor excessivo pode ser prejudicial para o corpo humano, conversamos com a coordenadora do curso de Medicina da Unitins – Câmpus Augustinópolis, a médica Hellen Dayanny Pinheiro.

    “À medida que o corpo fica mais quente, os vasos sanguíneos se dilatam, o que ocasiona uma redução da pressão arterial e o aumento da atividade cardíaca de forma compensatória”, explicou. O próprio corpo tem o seu mecanismo de defesa. “Em um primeiro momento, esse quadro pode causar sintomas leves como irritação na pele ou pés inchados.

    O corpo reage ao aumento da temperatura elevando o fluxo sanguíneo para a pele. Isso, por sua vez, ‘transfere’ o calor de dentro do organismo para a superfície, gerando uma produção acelerada de suor, que evapora e diminui a temperatura do corpo”, completa. Segundo a médica, a transpiração excessiva leva à perda de líquidos e sais minerais, de modo que todos esses fatores, combinados com a redução da pressão arterial, podem levar à exaustão pelo calor.

    Os sintomas dessa exaustão podem ser: tontura, náusea, desmaio, confusão mental, câimbras, dor de cabeça e cansaço.

    Esse calor excessivo pode ser ainda mais prejudicial para pessoas que possuem comorbidades, como doenças neurológicas, cardiovasculares, pulmonares, renais e diabetes, além de idosos, lactentes, profissionais que trabalham expostos ao sol, como agricultores, trabalhadores da construção civil, limpeza urbana e outros. E como amenizar o calor e proteger a própria saúde? A médica elencou cinco dicas com base nas orientações da Sociedade Brasileira de Dermatologia:1 – Utilização do filtro solar, chapéu, óculos de sol e roupas de algodão nas atividades ao ar livre;2 – Evitar a exposição solar entre 10h e 16h;3 – Aumentar a ingestão de líquidos (água, suco de frutas e água de coco);4 – Aplicar diariamente um bom hidratante, o que ajuda a manter a quantidade adequada de água na pele;5 – Evitar a prática de atividades físicas nos horários com temperaturas mais elevadas.

    : Altas temperaturas no Tocantins exigem cuidado redobrado; Veja dicas

    Qual o mês mais quente no Tocantins?

    Estação de Palmas – Climatologia Local Capital do estado de Tocantins, a cidade de Palmas possui clima tropical com estação seca no inverno e comportamento climato-meteorológico com variações pouco significativas. Observa-se nítido efeito de continentalidade no clima da cidade.

    A temperatura apresenta característica de isotermia com a diferença entre as temperaturas médias do mês mais quente e a do mês mais frio menor que 5°C. A distribuição da precipitação é bem definida. A estação chuvosa vai de Outubro a Abril, sendo Janeiro o mês mais chuvoso, quando o acumulado mensal atinge, em média, 245mm.

    Os meses mais secos vão de Maio a Setembro. Neste período, a precipitação média fica abaixo dos 30mm mensais. Julho é o mês do ano com menor índice de chuvas. A umidade relativa do ar é mais elevada no período do verão e início do outono (Dezembro a Abril), apresentando valores médios próximos a 80%.

    1. De Junho a Outubro, a umidade relativa entra em declínio e apresenta médias mensais abaixo de 70%.
    2. Agosto tende a ser o mês mais seco, com 48% de umidade.
    3. As temperaturas máximas tendem a ocorrer nos meses de Agosto e Setembro, quando atingem valores máximos médios próximos de 35ºC.
    4. O mês de Julho tende a ser o mais frio, atingindo mínima média de 15ºC.

    A temperatura média anual da cidade é de 26ºC. Tipos de solo encontrados: Cambissolos, Latossolos, Litólicos e Terra Roxa Estruturada. Médias mensais:

    Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
    Temperatura Máxima (°C) 30,7 30,5 31,4 31,6 32 32 32,4 34,5 35,2 33,1 31,3 30,5
    Temperatura Mínima (°C) 20,8 20,5 21,0 21,8 18,9 16,4 15,4 16,4 19,3 21,0 21,2 21,2
    Temperatura Média (°C) 25,3 25,2 25,5 25,5 24,6 23,2 22,9 24,3 26,5 26,4 25,6 25,4
    Precipitação Média (mm) 245 220 170 100 15 5 5 20 120 195 210
    Umidade Relativa (%) 80 82 83 80 74 64 54 48 52 69 75 79

    Estação de Palmas – Climatologia Local

    Qual é a cidade mais quente do Tocantins?

    Formoso do Araguaia (TO) – 40.2ºC.

    Qual é o estado mais rico da região Norte?

    O Pará é o segundo maior estado do Brasil e, sobretudo o mais populoso e o mais rico estado da região norte.

    Quais os estados que compõem a região Sul?

    A região Sul é a menor do Brasil em extensão territorial e a segunda mais povoada do País. Formada por três estados – Paraná (PR), Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS) –, a região tem uma economia influente no País, distribuída em vários setores, tais como agropecuária, indústria, extrativismo, turismo, entre outros.

    O relevo da região Sul é caracterizado, em sua maior parte, pelo planalto (Planalto Atlântico e Planalto Meridional), que se localiza mais ao norte da região, onde é possível encontrar uma formação vegetal típica chamada de Mata das Araucárias, que são árvores de grande porte da família dos pinheiros e se encontram, principalmente, no Estado do Paraná.

    Ao sul da região, encontram-se formações de relevo mais plano, conhecidas como planície dos Pampas. A formação dos Pampas também dá nome ao tipo de vegetação rasteira, de gramíneas, mais encontrada no Rio Grande do Sul. O clima predominante é o subtropical.

    Caracteriza-se por ter as estações do ano bem diferenciadas, com grandes variações de temperatura. É a região mais fria do País, onde, durante o inverno, ocorrem geadas e até neve em alguns lugares. Em termos de recursos hídricos, a região Sul é importante para a produção de energia elétrica do Brasil, pois possui duas grandes bacias hidrográficas: a bacia do Rio Paraná, onde está instalada a Usina Hidroelétrica de Itaipu, uma das maiores do mundo, e a bacia do Rio Uruguai.

    A população da região tem uma grande influência europeia, por causa da chegada de imigrantes no século XIX e início do XX, principalmente alemães, italianos e açorianos. Outros povos também foram para o Sul, como ucranianos, poloneses, russos, entre outros, introduzindo seus costumes na cultura, na culinária, na arquitetura e até no idioma.

    Qual é o estado da região Centro-oeste?

    A região Centro-Oeste é a segunda maior do país em extensão territorial, e a menos populosa. Composta pelos estados de Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS) e o Distrito Federal (DF), onde está situada a capital do País, Brasília, a região não possui lugares com grandes altitudes.

    Quais são os estados que compõem a região Centro-oeste?

    Composta pelos estados de Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS) e o Distrito Federal (DF), onde está situada a capital do País, Brasília, a região não possui lugares com grandes altitudes. O seu relevo é dividido em três áreas principais: planalto central, planalto meridional e planície do pantanal.

    Quantas regiões tem o Tocantins?

    O Tocantins é dividido em três regiões intermediárias e onze regiões imediatas.

    Quais são as cidades da região sudeste do Tocantins?

    Date ( Creation ) 2018-10-01 Date ( Publication ) 2019-03-01 Presentation form Digital map Purpose Plano de informação do tema geologia em escala 1:100.000. Gerado no âmbito do Projeto de Delimitação e Caracterização Cartográfica das Áreas Vulneráveis a Escassez Hídrica na Região Sudeste do Estado do Tocantins.

    • Credit Coordenado pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado do Tocantins – SEFAZ-TO / Superintendencia de Planejamento Governamental / Diretoria de Gestão de Informações Territoriais e Socioeconômicas / Gerência de Zoneamento Territorial.
    • Executado pelo Consórcio SERRAS GERAIS – Oikos Pesquisa Aplicada Ltda.

    – Nippon Koei Latin America-Caribbean Co. Ltd. – Nippon Koei LAC do Brasil, para a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado do Tocantins – SEFAZ-TO, no âmbito do Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável – PDRIS, por meio do Contrato nº 19/2017/SEFAZ/PDRIS.

    1. Produto 6 – banco de dados geográficos

    Keywords ( Theme ) Keywords ( Theme )

    3. Delimitação e Caracterização Cartográfica das Áreas Vulneráveis a Escassez Hídrica

    Keywords ( Theme )

    4. Sudeste do Estado do Tocantins

    Keywords Use limitation Limitação de Acesso: Sem restrições. Limitação de Uso: Qualquer reprodução total ou parcial deste dado só será permitida com autorização da Diretoria de Gestão de Informações Territoriais e Socioeconômicas da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado do Tocantins e/ou respectivo crédito.

    Planning cadastre Boundaries Imagery base maps earth cover

    Environment description Version 6.2 (Build 9200) ; Esri ArcGIS 10.2.2.3552 Description Corresponde ao quadrante sudeste do Estado do Tocantins reunindo as Regiões Administrativas Estaduais, a saber: XIII – Natividade; XV – Dianópolis; XVI – Paranã; XVII – Arraias; XVIII – Taguatinga, correspondendo a uma área total de 51.775 km2.

    Contemplando os municípios de Natividade, Chapada da Natividade, Pindorama do Tocantins, Santa Rosa do Tocantins, São Valério da Natividade, Silvanópolis, Dianópolis, Almas, Novo Jardim, Porto Alegre do Tocantins, Rio da Conceiço, Taipas do Tocantins, Paranã, Palmeirópolis, São Salvador do Tocantins, Arraias, Combinado, Conceição do Tocantins, Novo Alegre, Taguatinga, Aurora do Tocantins, Lavandeira e Ponte Alta do Bom Jesus.

    N S E W

    Quando foi a divisão de Goiás e Tocantins?

    Criado em 1988, Tocantins cresceu, mas ainda enfrenta problemas | SECOM – Secretaria de Comunicação Plebiscito sobre divisão do Pará reacende discussão sobre mudanças no mapa do Brasil O exemplo do último Estado formado no Brasil, o Tocantins, é usado pelos articuladores da criação das unidades de Carajás e Tapajós, para defender a mudança.

    • O Congresso tem uma série de projetos para alterar o mapa do Brasil, mas os que tratam do desmembramento do Pará são os mais avançados.
    • O Tocantins nasceu em 1988, quando foi separado de Goiás.
    • Ainda não há muitos dados sobre o impacto da mudança para a população, mas alguns mostram que, nesses 23 anos, houve melhorias em algumas áreas, como economia e infraestrutura.

    Em outras, como na saúde e educação, o Estado ainda tem muitos problemas para resolver. Hoje, a economia do Tocantins gira em torno do agronegócio, que se desenvolveu após a construção de mais rodovias, explica Celene Cunha Monteiro Antunes Barreira, do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais da UFG (Universidade Federal de Goiás).

    • Levantamento da Seplan (Secretaria de Planejamento) do Tocantins indica que, em 1988, havia apenas 308 km de rodovias estaduais no Tocantins.
    • Em 2005, a rede pavimentada chegou a 4.333 km.
    • No mesmo período, a malha federal no Estado não sofreu grandes alterações.
    • De acordo com a Superintendência Regional do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes) no Tocantins, não houve uma expansão em si, mas obras de pavimentação.

    Atualmente, há 1.800 km de vias pavimentadas federais. Em todo Estado, no entanto, a qualidade não é das melhores, indica a Confederação Nacional do Transporte. Em 2010, apenas 18,5% das rodovias. Em 2008, PIB (Produto interno Bruto) per capita do Tocantins ficou em R$ 10.223, valor abaixo da média nacional (de R$ 15.989), mas acima de outros Estados, como o Pará (R$ 7.992) e a Bahia (R$ 8.378), de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    Em 2000, o PIB per capita era de R$ 2.117, segundo a Seplan. O PIB per capita leva em conta toda a produção de riquezas da região e a quantidade de pessoas que ali vivem. O fim do isolamento e abandono era o grande argumento dos moradores do então norte de Goiás, que reivindicavam a separação. Maria do Espírito Santo Rosa Cavalcante, historiadora da PUC-GO (Pontifícia Universidade Católica de Goiás), lembra que esse discurso foi recorrente em todos os movimentos de emancipação, que tiveram três grandes momentos ao longo da história e começaram antes mesmo da Independência do Brasil, em 1821.

    – A região era considerada pobre, vivendo um abandono político-administrativo, mas rica em mineral e com grande potencial agrícola. Segundo ela, as políticas públicas antes da criação do Estado não conseguiram resolver os principais problemas do local.

    A rodovia Belém-Brasília, que começou a ser construída na década de 1970 para integrar a região Norte com o Centro-Oeste, não atingia as áreas populosas do Tocantins, informa Maria, para quem, hoje, “as mudanças são visíveis”. Rodrigo Estramanho de Almeida, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, alerta, no entanto, que é difícil avaliar se Tocantins se tornou melhor porque virou um Estado ou se ele acompanhou o crescimento de todo o país.

    Problemas sociais Jean Carlos Rodrigues, geógrafo da UFT (Universidade Federal do Tocantins), conta que é difícil encontrar um tocantinense que não veja melhorias na região depois da separação de Goiás. No entanto, ainda há problemas graves a serem superados.

    1. A renda da população melhorou para os padrões brasileiros, mas, como em outros Estados, ela é má distribuída e há uma desigualdade muito grande.
    2. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado, logo após sua criação, em 1991, era de 0,611.
    3. Em 2000, pulou para 0,71.
    4. O índice da Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) varia de 0 (pior) a 1 (melhor).

    Mesmo assim, a redução da pobreza foi pequena. Ainda de acordo com a Pnud, em 1991, a pobreza do Tocantins atingia 60,98% da população. Em 2000, atingia 50,79%. Além disso, o analfabetismo ainda é um problema latente. Segundo dados do IBGE de 2010, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade no Tocantins é de 13,5%.

    • O número de crianças na escola aumentou entre 1991 e 2000, mas, neste ano, cerca de 12% das crianças de 7 a 14 anos estavam fora da ensino fundamental (etapa obrigatória).
    • O pesquisador da UFT diz ainda que o governo decretou, recentemente, estado de calamidade pública na área da saúde.
    • A separação do Estado trouxe vantagens e contribuiu para um impulso no desenvolvimento econômico, não aconteceu da forma que se esperava.

    Ainda faltam políticas públicas. Política Não é possível saber quanto custou a criação do Tocantins, porque o Tesouro Nacional surgiu poucos anos antes do Estado. Mas, para ser formado, precisou de ajuda federal, em especial para montar toda estrutura político-administrativa.

    • Com a mudança, três senadores e oito deputados federais representando a região passaram a integrar o Congresso.
    • Além disso, foi criada uma Assembleia Legislativa com 24 deputados estaduais, e construído um palácio do governo, com todas as secretarias necessárias.
    • Uma das principais críticas à formação de novos Estados é justamente a criação de novos cargos políticos.

    Para a historiadora Maria Cavalcante, da PUC-GO, o caso do Tocantins não se tratou de uma divisão para que coronéis pudessem governar um novo território, já que pessoas de diferentes setores da sociedade participavam dos movimentos de autonomia, apesar, é claro, de haver o interesse das elites na mudança.

    Na década de 1980, de acordo com Maria, já havia um consenso tanto no norte quanto no sul de Goiás que a separação seria melhor para todo mundo. O cientista político da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Valeriano Mendes Ferreira Costa, diz que é difícil combater o argumento de criar um Estado novo pensando em ter uma política mais voltada para o desenvolvimento da região.

    : Criado em 1988, Tocantins cresceu, mas ainda enfrenta problemas | SECOM – Secretaria de Comunicação